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Atualizado às: 15 de abril, 2005 - 21h57 GMT (18h57 Brasília)
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América Latina está mais preparada para crescer, diz FMI

O economista Anoop Singh, diretor do Departamento de Hemisfério Ocidental do FMI
Para Singh, região está se esforçando para reduzir dívida pública
As reformas realizadas na América Latina nos últimos anos deixaram a região numa posição mais favorável para aproveitar o crescimento econômico e para confrontar os riscos futuros, como o aumento dos preços do petróleo e o choque provocado por uma eventual alta abrupta dos juros nos Estados Unidos.

A avaliação é do economista Anoop Singh, diretor do Departamento de Hemisfério Ocidental do Fundo Monetário Internacional (FMI).

“Isso ressalta a importância de perseverar com a política de disciplina macroeconômica e seguir adiante com as reformas estruturais”, afirmou numa entrevista coletiva em Washington durante a reunião de primavera do FMI e do Banco Mundial.

O economista disse que o desempenho da América Latina, que cresceu 5,7% no ano passado, foi o maior da década, e que vários países da região estão utilizando o resultado do ano passado para reduzir a dívida pública, ao contrário do período anterior, quando os países usaram os recursos extras para financiar gastos públicos.

Brasil

Singh também elogiou o Brasil, que cresceu 5,2% no ano passado e deve crescer, pela previsão do FMI, 3,7% neste ano.

Embora este seja um índice inferior à média da região, de 4,1%, ele disse que acredita que as reformas feitas pelo país a partir dos anos 90 e principalmente nos últimos dois ainda não surtiram todo o efeito potencial.

“Estamos próximos do momento em que o Brasil terá um crescimento contínuo acima da média”, afirmou Singh.

“Não há mais as flutuações e incertezas que afligiram o Brasil no passado e há uma literatura econômica cada vez maior que demonstra o efeito adverso de um ambiente macroeconômico volátil no crescimento”, afirmou o diretor-adjunto para o Brasil, Charles Collyns.

Ele defendeu também mudanças no sistema bancário para tornar a intermediação bancária mais eficiente e reduzir o spread – diferença entre a taxa de juros paga e cobrada pelos bancos.

“O Brasil tem um spread muito grande, e isso é claramente um fator que inibe a intermediação bancária na economia. E o potencial de crescimento econômico no longo prazo se beneficiaria muito de esforços para tornar a intermediação bancária mais eficiente”, afirmou.

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