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Ataque do Hezbollah mata dez no norte de Israel | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Ao menos dez israelenses, em sua maioria soldados, morreram neste domingo no norte de Israel após serem atingidos por um míssil disparado pelo Hezbollah. Pelo menos outras nove pessoas ficaram feridas. Esta foi a maior baixa até agora para Israel desde o início do conflito com o grupo militante libanês, há três semanas. O míssil do Hezbollah teria atingido um prédio na cidade israelense de Kfar Giladi, perto da fronteira com o Líbano, onde estava concentrado um grupo de reservistas recém-convocados pelo Exército. Segundo a agência de notícias France Presse, os mortos eram todos moradores de um kibbutz ao norte de Israel. Testemunhas disseram que os disparos de mísseis feitos pelo Hezbollah duraram cerca de 15 minutos. Bombardeios O ataque a Israel ocorreu após uma nova série de bombardeios israelenses contra o sul do Líbano durante a madrugada. Nas primeiras horas do domingo, um ataque aéreo israelense no vilarejo de Ansar, no sul do Líbano, deixou cinco civis mortos, segundo fontes libanesas. Israel lançou vários ataques aéreos na manhã deste domingo contra estradas na região do Vale do Bekaa, no leste do Líbano, praticamente isolando a área do resto do país e da vizinha Síria. Dois militantes palestinos pertencentes à Frente Popular de Libertação da Palestina teriam sido mortos nos ataques. Três chineses membros das forças de paz da ONU no Líbano ficaram feridos em meio ao fogo cruzado entre Israel e o Hezbollah. Além disso, combates com militantes do Hezbollah no sul do Líbano já haviam deixado dois soldados israelenses mortos – os primeiros reservistas mortos durante o atual conflito. Diplomacia Os ataques de ambos os lados ocorrem em meio às negociações diplomáticas para uma possível resolução do Conselho de Segurança da ONU pedindo um cessar-fogo. No sábado, os Estados Unidos e a França anunciaram ter chegado a um acordo para uma resolução. Ambos os países, membros permanentes do Conselho de Segurança, defendiam posições divergentes sobre como chegar a um cessar-fogo. A proposta comum, que deve em princípio ser votada nos próximos dias, foi criticada por autoridades libanesas e israelenses e também pelo Hezbollah. |
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