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Dois mil haitianos vão às ruas pedir volta de Aristide | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Mais de duas mil pessoas saíram às ruas em Porto Príncipe, a capital do Haiti, para pedir a renúncia do governo interino e o retorno do ex-presidente Jean-Bertrand Aristide. Os manifestantes marcharam pelo bairro de Bel Air, tradicional reduto dos partidários de Aristide, que deixou o país há um ano em meio a uma violenta revolta civil. Eles protestavam contra as mortes de dois partidários de Aristide por policiais durante uma manifestação para marcar o primeiro aniversário da queda de Aristide, na última segunda-feira. Membros do partido Família Lavalas, de Aristide, se recusam a participar das eleições previstas para novembro a não ser que o ex-presidente volte do exílio na África do Sul. A segurança da demonstração foi providenciada pelas tropas de paz da ONU, que são lideradas pelo general brasileiro Augusto Heleno Ribeiro Pereira. "Nós estamos vivendo um pesadelo sob este governo. Tudo o que eles fazem é matar quem apóia Aristide", disse Bolivard Yvena, uma jovem de 24 anos com uma fotografia de Arsitide colada ao peito, à agência de notícias Associated Press (AP). O protesto foi pacífico e a polícia haitiana teria concordado em ficar longe dos protestos para evitar mais confrontos, disse um porta-voz da força civil da ONU, Dan Moskaluk, à AP. |
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