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Oposição no Haiti diz temer por segurança para eleições | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A oposição no Haiti disse que o governo do primeiro-ministro interino, Gerard Latortue, é incapaz de dar segurança para as eleições no país, marcadas para novembro. Latortue se recusou a renunciar por causa da rebelião na Penitenciária Nacional, no sábado, que resultou na libertação de 481 detentos. O primeiro-ministro disse que seus críticos querem desestabilizar o país. Mais de 400 presos ainda estão foragidos, incluindo alguns considerados de alta periculosidade. Investigação A força de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) - liderada pelo Brasil - disse que vai ajudar a recapturar os fugitivos. O chefe da polícia, Leon Charles, disse que o incidente não poderia ter acontecido sem ajuda interna e anunciou que quase 50 policiais estão sob investigação. Dois ministros do governo do ex-presidente Jean Bertrand Aristide, Yvon Neptune (ex-primeiro-ministro) e Jocelerme Privert (ex-ministro do Interior), também fugiram, mas foram recapturados. Ainda não se sabe se a rebelião teve como objetivo assegurar a fuga dos ex-ministros, nem se ainda há outros partidários de Aristide à solta. O diretor da penitenciária, Claude Eugene Theodat, foi demitido depois da rebelião. |
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