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Diretor de presídio rebelado no Haiti é demitido | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo interino do Haiti demitiu o diretor da Penitenciária Nacional, Claude Eugene Theodat, depois de uma rebelião no presídio no sábado ter acabado com a libertação de 481 detentos. Também foi anunciada a formação de uma comissão independente para investigar o ocorrido em trabalho conjunto com as tropas de paz da ONU – que são lideradas pelo Brasil. Acredita-se que entre os fugitivos estivessem partidários e opositores do ex-presidente Jean-Bertrand Aristide, que se exilou na África do Sul no ano passado. Um pequeno número foi recapturado, incluindo dois ex-ministros de Aristide, Yvon Neptune (ex-primeiro-ministro) e Jocelerme Privert (ex-ministro do Interior). Estado de alerta Neptune e Privert são acusados de organizar os assassinatos de opositores de Aristide durante uma rebelião civil no ano passado. Os dois ex-ministros estão entre dezenas de aliados de Aristide que foram presos depois que o Aristide deixou o Haiti, em 29 de fevereiro do ano passado. As forças de segurança no país já estão em alerta por causa da aproximação do aniversário da queda de Aristide. Os correspondentes da BBC na região dizem que há receios de que os fugitivos podem agravar uma situação já bastante instável no país. O Haiti tem eleições previstas para novembro deste ano. |
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