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EUA e Israel criticam proposta de Assad para o Líbano | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Representantes de Estados Unidos e de Israel criticaram a decisão do presidente da Síria, Bashar Al-Assad, de remanejar as tropas sírias que estão em território libanês. A Síria vem sendo pressionada por vários países a retirar os cerca de 15 mil soldados que mantém estacionados no Líbano desde a época da guerra civil libanesa, encerrada em 1990. O porta-voz do Departamento de Estado americano, Adam Ereli, disse o mundo não havia ouvido as palavras “retirada imediata e completa”, como vem exigindo o governo americano. Por sua vez, em Jerusalém, o vice-primeiro-ministro israelense, Shimon Peres, disse que o anúncio sírio de que vai remanejar suas tropas para mais perto da fronteira entre os dois países é uma “evasão”. Líbano Na capital libanesa, Beirute, milhares de pessoas se reuniram no centro da cidade para acompanhar o discurso de Assad no parlamento sírio, em Damasco. Muitas pessoas manifestaram frustração quando o presidente sírio disse que não iria retirar imediatamente as tropas do país. Nas últimas semanas, centenas de pessoas tem ido às ruas exigir a saída das tropas. Um dos principais líderes de oposição do Líbano, Walid Jumblatt, disse que o remanejamento de tropas da Síria já é uma conquista. Ele destacou, porém, que a Síria ainda não divulgou um cronograma para a retirada das tropas e pediu que continuem os protestos no Líbano contra a presença síria. |
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