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Israel deve seguir exemplo da Líbia, dizem árabes
Líderes árabes redobraram as pressões para que Israel siga o exemplo da Líbia e abandone o seu suposto programa de armas de destruição em massa. O governo do Irã, que recentemente abriu as suas instalações nucleares a inspeções da ONU, elogiou a decisão do presidente líbio, Muammar Khadafi, e cobrou uma atitude mais firme da comunidade internacional em relação a Israel. "Está na hora de o mundo pressionar pelo desarmamento de Israel, que é a principal ameaça à segurança da região", afirmou o porta-voz do Ministério de Exterior iraniano, Hamid Reza Asefi. O presidente egípcio, Hosni Mubarak, disse que o governo de Israel deveria eliminar todas as suas armas de destruição em massa. O líder da Liga Árabe, Amr Musa, também exige que agora o governo de Israel seja obrigado a se submeter à legislação internacional de não-proliferação nuclear. Detalhes Enquanto isso, os detalhes da longa negociação que culminou com a decisão anunciada por Khadafi na sexta-feira começam a vir à tona. Representantes da inteligência americana e britânica teriam se encontrado durante os últimos meses com o coronel Khadafi em reuniões secretas tarde da noite. Os encontros teriam sido tão sigilosos que os agentes chegavam a trocar de carros nas ruas de Trípoli, a capital líbia, para evitar serem seguidos até os pontos de encontro com o líder. Khadafi teria iniciado as negociações e cooperado na formulação das propostas de desarmamento e permissão de inspeções da Organização das Nações Unidas (ONU). Representantes do governo também teriam dado informações sobre os programas de armas líbios que eram até então desconhecidas das agências de inteligência estrangeiras. |
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