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G-7 quer maior produção de petróleo para conter alta | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Ministros do G-7 (grupo dos sete países mais industrializados do mundo), reunidos em Nova York, afirmaram que vão fazer um forte apelo para que os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) aumente sua produção. As autoridades temem que a recente alta no preço do petróleo leve a uma desaceleração econômica global e favoreça a inflação. No sábado, um encontro informal dos ministros dos países-membros da Opep terminou sem que eles aceitassem a proposta da Arábia Saudita de aumentar a produção de petróleo em cerca de 9%. Representantes da Opep voltam a se reunir no dia 3 de junho em Beirute, no Líbano, onde devem rediscutir o assunto. Mas muitos dos membros do cartel acreditam que a alta dos preços se deve a fatores independentes da produção, como a instabilidade no Oriente Médio e uma forte demanda. Analistas de economia da BBC afirmam que o crescente custo da energia é um assunto sensível na política dos países ocidentais, principalmente nos Estados Unidos, onde o preço do galão de petróleo subiu para mais de US$ 2 em um ano eleitoral. |
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