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Ministro saudita propõe produzir mais petróleo | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O ministro do Petróleo da Arábia Saudita, Ali Al-Naimi, propôs nesta sexta-feira que os países da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) aumentem suas produções em 8,5%, para conter a alta do preço do produto no mercado internacional. Os membros da Opep realizam uma reunião informal neste sábado em Amsterdã, na Holanda, para discutir a possibilidade. Caso eles adotem o aumento proposto pelo ministro saudita, a produção deve subir em mais de 2 milhões de barris por dia. O fato de o preço do barril ter ficado na marca de US$ 40 por quase duas semanas levou muitos países a manifestar preocupação quanto ao impacto da alta sobre o crescimento econômico mundial. Pequena baixa No entanto, uma sugestão anterior da própria Arábia Saudita de que a produção fosse aumentada em 1,5 milhões de barris/dia foi recebida com pouco entusiasmo pelos demais países do cartel. ”Eu não acho que o controle (dos preços) está nas mãos da Opep”, disse o ministro do petróleo dos Emirados Árabes Unidos, Obaid Bin Saif Al-Nasseri à agência de notícias Reuters. “Há muitos fatores atrás desses preços.” Nesta sexta-feira, o petróleo tipo Brent foi vendido em Londres por US$ 36,53, US$ 0,73 abaixo do fechamento no dia anterior. Em Nova York, a queda foi ainda mais acentuada (US$ 0,88), com o barril sendo negociado a US$ 39,92. Na quinta-feira, o ministro das Finanças da Grã-Bretanha, Gordon Brown, advertiu que a Opep precisa agir “nas próximas duas semanas” para segurar a alta do produto. Outros representantes dos países do G-7, cujos ministros das finanças se reúnem neste fim de semana, expressaram preocupação semelhante. |
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