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EUA se negam a usar reservas estratégicas de petróleo | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo americano disse que não vai liberar as suas reservas estratégicas de petróleo, embora o preço da gasolina tenha atingido preço recorde no país. O preço do galão de gasolina (cerca de 3,7 litros), que já vinha subindo no último ano, passou dos US$ 2 (R$ 6) nesta segunda-feira por causa da alta do petróleo no mercado internacional. Sob pressões para interromper a importação do produto e fazer uso dos 600 milhões de barris que tem estocados, a Casa Branca negou que isso conteria a alta dos preços. "A história recente mostrou que (interromper a importação) tem um impacto desprezível", afirmou o porta-voz da Casa Branca, Scott McClellan. Cotas O porta-voz argumentou ainda que a melhor estratégia é "incentivar" os produtores de petróleo a não agir de uma forma que "prejudique" a economia americana e mundial. Na visão americana, isso significa aumentar as cotas de produção de petróleo. Segundo McClelan, o secretário de Energia Spencer Abraham vai se reunir com países produtores de petróleo para discutir a alta de preços. Com impacto direto na vida das pessoas e nas empresas, especialmente em setores como o de companhias aéreas, o preço do petróleo já está se tornando uma questão política nos Estados Unidos. Segundo a agência de notícias Reuters, parlamentares democratas pediram que o governo do presidente George W. Bush entre com um processo na Organização Mundial de Comércio contra a Opep (Organização dos Países Produtores de Petróleo). Os preços do petróleo recuaram um pouco nesta terça-feira, com o petróleo tipo Brent fechando a 36,92 – uma queda de US$ 0,99 em relação a segunda-feira. |
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