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Lula surpreende ao omitir símbolos do PT, diz 'El País' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva surpreendeu o Partido dos Trabalhadores e a opinião pública ao evitar qualquer alusão ao PT em sua primeira aparição na televisão, afirma uma matéria do jornal espanhol El Pais desta sexta-feira. O professor da Universidade do Rio de Janeiro, Marcos Figueiredo, ouvido pelo diário, afirmou que "Lula se apresentou como qualquer outro candidato sem compromisso partidário". Além da ausência da estrela e da cor vermelha - símbolos tradicionais do PT - o El Pais ressalta que Lula também não mencionou o fato de ter fundado o partido. Segundo o jornal, vários integrantes do PT que não foram afetados pelo escândalo de corrupção, reclamaram publicamente da decisão de Lula de apresentar-se aos eleitorres brasileiros "como se não tivesse partido". O senador Edurado Suplicy é citado dizendo que Lula deveria "ajudar a limpar a imagem do partido" em vez de fugir dele. 'Simbólico' A chegada das tropas libanesas no sul do país - de onde saíram há cerca de 40 anos - é notícia nos principais jornais ao redor do mundo, com destaque para a provável ineficácia da medida. O jornal americano The New York Times diz que a presença do Exército do Líbano na região "está muito mais relacionado a simbolismo do que a segurança", já que, por um lado, o Hezbollah irá esconder suas armas e, por outro, os soldados não realizarão operações de busca em residências para encontrá-las. No diário britânico The Independent o correspondente lembra que muitos dos soldados libaneses são xiitas - assim como os guerrilheiros do Hezbollah - e vários nasceram exatamente nas mesmas cidades que eles agora têm a tarefa de desarmar. O The Times, da Grã-Bretanha, ressalta que a maioria das armas do Exército libanês data dos conflitos do Vietnã, da Coréia e até da Segunda Guerra Mundial. Muitos soldados não estariam nem equipados com coletes à prova de balas. 'Peculiar' Os jornais britânicos continuam acompanhando as novidades das investigações do suposto plano para explodir aviões que sairiam da Grã-Bretanha rumo aos Estados Unidos e surgem cada vez mais questionamentos sobre a ação policial que deteve 25 suspeitos. Um editorial publicado nesta sexta-feira no The Guardian lembra que após nove dias, ninguém foi acusado de qualquer crime. O autor do artigo, Craig Murray, afirma: "Não existir provas claras de algo que era 'iminente' e causaria 'assassinatos em massa em uma escala inimaginável' é, para dizer o mínimo, peculiar". Murray ressalta que nenhum dos supostos terroristas produziu uma bomba, nenhum deles comprou uma passagem aérea e muitos deles não têm nem passaporte. "Seria muito difícil convencer um juiz de que estes indivíduos estavam prestes a realizar ataques suicidas a bomba", diz. Boas maneiras "Não envergonhe seu país" era uma manchete de um jornal da China que falava sobre o código de boas maneiras que os chineses devem seguir ao viajar ao exterior, lançado pelo Partido Comunista da China. "O comportamento de alguns viajantes chineses não é compatível com o poder econômico da nação e seu crescente status internacional", diz uma ata do partido do governo, segundo a edição do The Times desta sexta-feira. Entre as novas "obrigações" dos chineses durante a estadia em outro país estão: não pigarrear alto em público, não cuspir, lembrar de lavar as mãos antes das refeições, não gritar ao usar o telefone celular e não tirar os sapatos no avião. Segundo pessoas ouvidas pelo diário britânico, a tarefa de reeducar os chineses não será fácil. "Nós estamos tentando fazer isso há anos, com poucos resultados. Enquanto os turistas são ricos e podem viajar para o exterior, eles não são as pessoas mais educadas ou comportadas da China", disse Qian Yi, gerente da CITS, uma das maiores agências de turismo do país. |
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