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Vice-premiê britânico chama Bush de 'porcaria', diz jornal | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O jornal britânico The Independent abre a sua edição desta quinta-feira com a manchete "Bush é porcaria, diz Prescott", afirmando que o vice-primeiro-ministro do país teria usado a expressão chula para referir-se à administração americana. "John Prescott revelou os seus sentimentos pessoais sobre a presidência de Bush, resumindo a administração do americano em uma só palavra: 'porcaria', diz a reportagem. A notícia é baseada em declarações dadas pelo parlamentar Harry Cohen, que teria ouvido o desabafo de Prescott em uma reunião na terça-feira. Outros deputados presentes no encontro não quiseram confirmar o uso da palavra ao jornal britânico. Cohen, no entanto, foi ainda mais longe e disse ao Independent que o vice-primeiro-ministro britânico teria arrancado mais risos dos deputados ao afirmar que o presidente americano não passaria de um "cowboy, com o seu chapéu de vaqueiro". "Mas eu não poderia realmente estar falando sobre isso, não é?", teria dito Prescott, segundo narrou Harry Cohen ao jornal britânico. O indelicado arroubo do segundo homem do governo britânico teria acontecido, enquanto ele falava sobre os problemas do Oriente Médio. De acordo com a versão apresentada por Cohen ao Independent, Prescott teria afirmado que a Grã-Bretanha só deu apoio à guerra no Iraque, porque os americanos prometeram o plano de paz em troca. Mas, teria continuado Prescott, a "administração Bush foi uma porcaria nisso", segundo as informações publicadas no diário de tendência esquerdista. Processos milionários A manchete do The Times desta quinta-feira diz que um grupo de companhias aéreas pode entrar na Justiça contra o governo britânico pedindo indenizações de mais de 300 milhões libras esterlinas (mais de R$ 1,2 bilhões) pelos prejuízos causados pelas medidas de segurança nos aeroportos. Há uma semana, quando várias novas medidas de segurança foram impostas para evitar um suposto ataque terrorista descoberto pelas autoridades, os aeroportos britânicos enfrentam muitas dificuldades, e "milhares de vôos foram cancelados e atrasaram vôos de milhares de passageiros". Segundo o tradicional diário britânico, as empresas esperam que a ameaça force os ministros a suspender as limitações no embarque de bagagens de mão. Ainda de acordo com o Times, apesar da polêmica que a questão vem provocando na Grã-Bretanha, a União Européia estaria estudando a adoção de medidas reforçadas de segurança em todos os aeroportos. Agropecuária O jornal financeiro Financial Times desta quinta-feira destaca a vantagem que a Companhia Vale do Rio Doce teria sobre os concorrentes na compra da Inco, a maior produtora de níquel do mundo. De acordo com o FT, com a saída da canadense Teck Cominco do páreo, a Vale está "prestes a vencer a batalha tríplice pelo controle" da Inco. A empresa brasileira fez uma oferta melhor do que a mineradora de bronze americana Phelps Dodge, segundo o jornal, que classifica a briga pela Inco de "parte de uma consolidação em curso da indústria mineradora internacional". Para o FT, "o controle da Inco seria um grande passo na busca da Vale em se transformar em um grupo de mineração diversificado, comparável a gigantes do ramo como a BHP Biliton, a Rio Tinto e a Anglo American”. Inteligência e terror O americano The Washington Post traz uma reportagem sobre os desafios que os ataques de 11 de setembro de 2001 apresentaram para a formação dos novos policiais federais americanos. Embora o "combate ao terrorismo" seja prioridade para o FBI, nas academias, os futuros agentes federais são obrigados a entender toda a história do Islã, com suas implicações religiosas e comportamentais em apenas uma hora, segundo o Post. A reportagem afirma, no entanto, que o currículo do FBI já foi mudado, com a inclusão de mais cadeiras sobre inteligência e investigação. No entanto, "enquanto alguns criticam o FBI por não oferecer treinamento suficiente em inteligência para transformar os agentes em espiões domésticos, outros alertam para o risco de repetir erros das décadas de 50 e 60, quando as ações de inteligência do FBI levaram a graves abusos", diz o jornal. |
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