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Brasil lidera revolução da cirurgia plástica, diz 'Guardian' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Uma reportagem publicada nesta segunda-feira pelo diário britânico The Guardian sobre um congresso internacional de cirurgia plástica cosmética no Rio de Janeiro afirma que o Brasil lidera a "plástica revolution". "Cirurgia plástica há muito deixou de ser tabu na sociedade brasileira. Celebridades falam abertamente na imprensa sobre as suas respectivas cirurgias faciais, redução de rugas e levantadas no bumbum", afirma a reportagem do jornal londrino. O texto, assinado pelo correspondente Tom Phillips, do Rio de Janeiro, admite ser difícil encontrar números exatos para comprovar a extensão do fenômeno da "revolução" no Brasil, mas compara o número de cirurgiões plásticos registrados brasileiros (cerca de 4 mil) e americanos (5 mil). A reportagem também compara as despesas de brasileiros e americanos com plásticas. Em 2005, os americanos gastaram cerca de US$ 12,4 bilhões, de acordo com a Sociedade para Cirurgia Plástica Estética. De acordo com os médicos entrevistados para o Guardian, o Brasil não estaria longe disso. A reportagem apresenta a explicação para a popularidade das plásticas no Brasil nas explicações do cirurgião João Carlos Sampaio Góes. "O caso de amor com a plástica está fincado em três fatores: mentalidade, clima e legislação", diz o jornal. 'Guerra civil' No noticiário internacional, um editorial do Financial Times destaca a complicada situação no Iraque, afirmando que o país está "mais próximo do que nunca de uma guerra civil aberta". Nas palavras do editorialista, desde o dia em que o presidente americano, George W. Bush, declarou, em maio de 2003, que "a missão foi cumprida" no Iraque, "dificilmente houve um dia em que a realidade no Iraque não tenha sido pior do que o que foi anunciado e propagandeado por Washington e Londres". O editorial afirma que o país está quebrado, "envolvido em uma guerra sectária que cobra em média cem vidas por dia", a produção de petróleo caiu para a metade dos níveis pré-guerra e há uma enorme fuga das classes média e alta do país, "sangrando o futuro do Iraque", segundo o FT. O jornal conclui que "a melhor das más opções" disponíveis para os iraquianos é tentar aprovar uma série de anistias seletivas. "É tentar separar os jihadistas dos insurgentes nacionalistas e atrair as milícias para o lado do governo. Pode não funcionar, mas a divisão do país tampouco funcionará", conclui o Financial Times. Imigração O britânico The Independent dedica um alto de página às declarações do ministro do Interior da Grã-Bretanha, John Reid, apoiando a idéia de uma quota anual máxima de imigrantes no país. De acordo com a notícia do Independent, uma comissão consultiva de migração recomendaria um nível "ideal" de migração, que seria "benéfico para incrementar a economia deste país passo a passo com a estabilidade social". Segundo o ministro do Interior, a criação de um órgão independente evitaria que as quotas de imigração sejam usadas como "futebol político". Nas palavras de Reid, a migração em massa "é o maior desafiio diante dos governos europeus". Na prática uma política mais rígida de controle de imigrantes afetaria principalmente cidadãos dos países recém-aceitos na União Européia, como a Romênia e a Bulgária. Nos últimos anos, a Grã-Bretanha recebeu uma massa de poloneses e outros cidadãos do Leste Europeu, o que detonou a polêmica sobre a necessidade de impor limites também à imigração de europeus. |
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