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Atualizado às: 24 de fevereiro, 2006 - 09h44 GMT (06h44 Brasília)
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Violência mostra riscos de retirada do Iraque, diz 'NYT'
Jornais
Com a violência no Iraque nesta semana surgiram sinais de que integrantes do goveno dos Estados Unidos reconheceram novos riscos para seus planos de retirar as tropas americanas do país neste ano, disse o New York Times nesta sexta-feira.

Segundo o jornal americano, a destruição do santuário xiita em Samarra e os subseqüentes ataques a mesquitas sunitas no país colocaram abruptamente o governo de George W. Bush na defensiva.

"A empreitada americana no Iraque parece sitiada política e militarmente."

O britânico The Independent diz que o "contínuo caos e violência" no Iraque está fazendo dos veteranos americanos no conflito candidatos atraentes para as eleições para o Congresso dos Estados Unidos em novembro.

"Em números não vistos há mais de 50 anos, esses militares estão sendo recrutados, especialmente pelo partido democrata, para fortalecer sua oposição à guerra".

Passos

O The Times, da Grã-Bretanha, diz em editorial que os países vizinhos do Iraque deveriam dar passos para pôr fim à espiral de violencia em território iraquiano.

"Até agora os vizinhos do Iraque fingiram que os distúrbios à sua porta não eram preocupação sua, enquanto davam guarida e apoio letal para alguns dos extremistas liderando a insurgência".

"Agora todos podem ver onde tal interferência irresponsável pode levar: à polarização, profanação e à beira da guerra civil."

O jornal diz que esse não é um comportamento atípico do mundo árabe, que manifestou grande revolta com o que considerou um insulto feito em charges dinamarquesas. Agora, "ele ficou em silêncio".

E sugere que a Liga Árabe deveria sair de seu estado de "letargia e oferecer mediação política, conciliação e apoio aos políticos recém eleitos" no Iraque.

Mães mais velhas

Um número cada vez maior de mulheres está adiando a maternidade até os 40 anos na Grã-Bretanha, diz o Daily Mail, citando pesquisa do governo.

Segundo o jornal, "uma em cada 88 de dois milhões de mulheres na Inglaterra e no País de Gales com idades entre 40 e 44 anos iniciaram uma gravidez" em 2004.

"Mais mulheres estão agora aumentando sua família ou tendo seu primeiro bebê depois dos 40 desde o período de baby boom do pós-guerra, em meados dos anos 60", diz o Daily Mail, que atribui a decisão ao desejo das mulheres a obterem uma carreira mais cedo na vida.

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