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Atualizado às: 16 de fevereiro, 2006 - 11h11 GMT (09h11 Brasília)
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Jornal diz que Embaixada ajudou testemunha a fugir para o Brasil
Jornais
Uma reportagem publicada nesta quinta-feira no diário Irish Independent diz que um brasileiro condenado a dois anos de prisão por ter mantido relações sexuais com uma menina de 14 anos fugiu da República da Irlanda com ajuda da embaixada brasileira no país.

Em julho do ano passado, segundo o jornal, o brasileiro Weldo Freitas Cavalcante foi condenado a dois anos de prisão por ter praticado sexo com Jamie Farrelly Maughan, que acabou morrendo em decorrência de uma overdose de ecstasy na casa de Cavalcante, na cidade irlandesa de Cavan.

O brasileiro foi solto no dia 6 de janeiro. Quatro dias depois, continua o Irish Independent, ele embarcou para São Paulo com um passaporte de emergência e uma passagem fornecidos pela embaixada brasileira em Dublin.

Na audiência de investigação da morte da menina na quarta-feira, uma funcionária do serviço nacional de imigração da Irlanda afirmou que o passaporte do brasileiro estava retido pelas autoridades e que ele deveria ser deportado de volta ao país já que é um criminoso condenado.

Um representante da embaixada brasileira afirmou ao jornal que o brasileiro não era obrigado a comparecer à audiência de quarta-feira e disse apenas que Cavalcante "não tinha nada a acrescentar a essa história e estava muito ansioso para ir para casa".

Mas o advogado da família da vítima, Larry Burke, classificou o caso de "desgraça nacional". Em outro jornal irlandês, o Irish Times, o pai da vítima criticou duramente a atuação do governo brasileiro.

"É ridículo o deixarem ir embora. Isso foi uma bagunça do começo ao fim", disse Brian Maughan, o pai da vítima ao jornal.

'Solução regional'

No jornal argentino La Nación, uma reportagem destaca nesta quinta-feira as declarações do assessor para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, sobre a crise entre Argentina e Uruguai por causa da construção de fábricas de celulose na fronteira entre os dois países.

"Não queremos que ninguém nos diga: 'não se metam neste assunto que nós mesmo nos resolvemos'. Mas não há dúvidas, o Brasil prefere que o problema se resolva no âmbito regional", disse Garcia ao La Nación.

O representante brasileiro teria ressaltado que o Brasil "não está se oferecendo", mas que "se houvesse uma demanda formal dos dois países, nós ajudaríamos".

No entanto, segundo o diário, ainda não houve contato algum de nenhuma das partes. O assessor do presidente Lula teria afirmado que não há menção ao caso em uma carta do governo uruguaio ao Brasil respondendo a uma série de propostas de auxílio apresentadas por Lula.

"Se o conflito tivesse alcançado uma gravidade preocupante, temos certeza de que os dois lados acudiriam a nós", disse Garcia ao diário argentino.

Gripe na Alemanha

Na Alemanha, um editorial da Sueddeutsche Zeitung comenta a chegada da gripe aviária ao país, confirmada com a morte de cisnes no norte alemão.

"Acima de tudo, nesse assunto as barreiras políticas, que não detêm o vírus, têm que finalmente cair", afirma o jornal, defendendo o confinamento e a observação de aves em toda a Europa.

"Já em casos de suspeita elas (as aves) têm que ser sacrificadas."

O editorial afirma que as autoridades alemãs estão "perdidas" no assunto e faz um apelo por medidas de proteção urgentes.

"A única coisa que não estava clara era como o vírus chegaria à Alemanha, e não se ele chegaria."

Os editorialistas dizem ainda que, apesar do atraso, ainda há tempo para a Alemanha tomar providências que evitem que "no futuro se olhe para trás com raiva do momento em que tudo ficou tarde demais".

Paquistão

O diário financeiro Business Recorder, do Paquistão, tem uma reportagem sobre a necessidade de ampliar o comércio bilateral com o Brasil.

De acordo com o jornal paquistanês, o embaixador do Brasil no país, Fausto Godoy, disse que ainda existem muitas oportunidades para aumentar os negócios entre os dois países.

Godoy teria sugerido ainda que o Paquistão continue a aprofundar as relações comerciais com o Brasil até que o acordo que está sendo discutido com o Mercosul saia.

O jornal lembra que o comércio bilateral teve um "grande impulso" no último ano e meio, depois da visita do presidente paquistanês, Pervez Musharraf, ao Brasil, em 2004.

"Antes da visita, o comércio era de US$ 37 milhões, mas agora é de US$ 150 milhões", afirmou Godoy ao diário.

Um representante da Câmara de Comércio de Silalkot, no Paquistão, afirmou ao jornal que "existem muitas possibilidades de aumentar o comércio bilateral" e sugeriu intercâmbios de delegações comerciais, exposições conjuntas nos dois países e a publicação de informações sobre a política econômica exterior e das câmaras de comércio relevantes.

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