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Atualizado às: 20 de fevereiro, 2006 - 10h38 GMT (08h38 Brasília)
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Washington Post: "Não punam os palestinos", diz Carter
Jornais
O ex-presidente americano, Jimmy Carter, publica uma coluna no jornal Washington Post, desta segunda-feira, em que conclama os Estados Unidos e Israel a "não punir os palestinos".

Ambos os países congelaram a transferência de recursos financeiros para os palestinos em represália à vitória do grupo radical Hamas nas urnas.

"Este comprometimento comum de retalhar o governo dos oficiais do Hamas eleitos com a punição de cidadãos privados pode atingir seu objetivo, mas os prováveis resultados serão alienar os já oprimidos e inocentes palestinos, incitar a violência e aumentar a influência doméstica e estima internacional do Hamas", escreve Carter, que participou das eleições palestinas como observador internacional.

Para o ex-presidente americano, "é preciso dar uma chance" ao governo do Hamas e as negociações de paz, "não existentes por cinco anos", devem, segundo ele, ser retomadas com o líder palestino, Mahmoud Abbas.

"Abbas tem buscado as negociações de paz com Israel desde sua eleição há um ano e não há nada que impeça as negociações diretas com ele, mesmo que o Hamas não tome em breve o inevitável passo de renunciar à violência e reconhecer o direito de Israel existir", diz Carter.

O jornal britânico The Times, no entanto, argumenta, em editorial, que a decisão de Israel de suspender o repasse de dinheiro à Autoridade Palestina foi "moderada" e que tem como objetivo "atingir os ministros palestinos e não o povo".

"A liderança do Hamas parece estar operando numa lógica curiosa em que o Estado que ela diz não reconhecer deveria, contudo, funcionar como seu cobrador de impostos", diz o texto.

Para o diário, o recém-indicado primeiro-ministro palestino, Ismail Haniyeh, tem agora a "chance de provar" que é "pragmático".

Gripe aviária

Noves cisnes encontrados mortos na Grã-Bretanha durante o fim de semana estão sendo analisados por cientistas para verificar se estavam contaminados com a gripe aviária à medida que o país prepara-se para a "chegada iminente" da gripe aviária, destacam os jornais britânicos desta segunda-feira.

O The Independent informa que os resultados preliminares indicam que os nove cisnes não estariam contaminados, mas que os "cientistas estão examinados mais amostras" para confirmar o diagnóstico.

O diário The Guardian diz que "aqueles que mantêm aves ao ar livre devem estar preparados para colocar as aves dentro de recintos fechados".

"Ben Bradshaw, vice-ministro do Meio Ambiente, disse que a chegada do vírus não era inevitável, mas alertou o público e fazendeiros a permanecerem vigilantes", diz o texto.

A preocupação com a doença não se restringe apenas à Europa, onde sete países confirmaram a doença, entre eles Áustria, Alemanha e França.

O jornal La Nación, da Argentina, comenta, em editorial, "que a ameaça de expansão da gripe aviária no mundo parece confirmar-se cada vez mais".

"Diante de informações cada vez mais alarmantes, que se sucedem sem interrupção, vale perguntar-se quais medidas devem ser tomadas para prevenir a doença e se a Argentina está em condições de enfrentá-la", observa.

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