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Brasil 'cede' e vai abrir mercado para a Argentina, diz 'Clarín' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O jornal argentino Clarín diz nesta sexta-feira que o Brasil vai ceder às cobranças da Argentina, abrindo mais o seu mercado para os produtos do país vizinho e aceitando limites às suas próprias exportações quando for necessário proteger a economia argentina. “O governo de Lula prometeu ‘ações concretas’ para fomentar um maior ingresso de produtos argentinos no mercado brasileiro”, diz o jornal, referindo-se às negociações que vêm sendo feitas nos últimos dias entre os dois países. “Mas, sobretudo, aceitou assinar no final deste mês uma cláusula pedida pelo governo de Kirchner para limitar as importações brasileiras quando se detectar um dano para a indústria argentina”, continua a reportagem, citando o embaixador argentino no Brasil, Juan Pablo Lholé como fonte das informações. O jornal diz que as concessões indicam que “houve uma mudança importante na relação entre Brasil e Argentina”. “O governo Lula parece ter entendido que não se poderá manter a coesão do bloco regional a menos que sejam feitas ‘sólidas concessões’ a seus sócios.” Irã Nos Estados Unidos, o The New York Times diz em editorial que, com suas últimas ações, o Irã “embarcou em um caminho que não pode ter outro objetivo plausível” a não ser a produção de armas nucleares. Mas o jornal diz que “o problema é que ninguém apareceu até agora com formas muito boas de desviar o Irã de seu trajeto nuclear” e que uma ação militar não é uma “opção realista, especialmente para Washington”. O diário nova-iorquino cobra que a China e a Rússia se juntem a europeus e americanos com o fim de colocar pressão no Irã e levar o caso ao Conselho de Segurança da ONU. Mas o jornal árabe editado em Londres Al-Sharq al-Awsat analisa que, “considerando a crescente sede da China por petróleo, é improvável que Pequim descarte o Irã por causa da Europa e dos Estados Unidos”. Outro jornal árabe londrino, o Al-Hayat, expressa preocupação com o episódio, dizendo que ele “anuncia conseqüências desastrosas para o Oriente Médio”. Hip-hop da salvação Na Grã-Bretanha, o The Guardian publica uma entrevista com o rapper MV Bill em que ele diz que “apenas o hip-hop pode salvar” os moradores das favelas brasileiras. A reportagem relata o trajeto do rapper da Cidade de Deus como um exemplo de que “o mundo está acordando para o poder transformador do rap”. Bill afirma que “as pessoas estão implorando por mudanças” no Brasil, mas “tudo o que as autoridades conseguem falar é sobre a restauração da ordem”. “Para pessoas sem educação, como nós, só o hip-hop tem o poder de transformar nossa situação.” Des-repatriado Na Espanha, a Justiça mandou a polícia do País Basco trazer de volta ao país, “com gastos pagos”, um pedreiro brasileiro que foi repatriado em novembro do ano passado, relata o jornal El Correo, de Bilbao. Isso porque, segundo o jornal, a expulsão do trabalhador mineiro ocorreu antes que a Justiça se manifestasse a respeito de um recurso que acabaria suspendendo a expulsão do trabalhador mineiro. Agora os policiais têm cinco dias para colocar o pedreiro de volta em solo espanhol, a fim de que ele possa acompanhar os desdobramentos de seu caso na Justiça. |
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