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Parreira vai querer atacantes marcando na Copa, diz 'The Times' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O técnico da Seleção Brasileira, Carlos Alberto Parreira, vai exigir que Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho, Kaká, Adriano e Robinho ajudem na marcação durante a Copa do Mundo da Alemanha, afirma o jornal britânico The Times. O jornal diz que, ao decidir escalar no time titular quatro dos cinco craques acima, o treinador opta por “jogadores de espetacular talento que, em seus clubes, têm muito pouca responsabilidade defensiva”. Mas, em entrevista ao diário londrino, Parreira diz que, se os atacantes titulares não ajudarem a defesa, eles “não vão ganhar a Copa”. “Você não pode ganhar só atacando. Não hoje em dia”, afirma Parreira, para quem o grande desafio para o Brasil na Alemanha vai ser psicológico. “Se vencermos, vai ser com as nossas cabeças. Será uma vitória mental.” O jornal diz que, na Alemanha, mais que em qualquer outra Copa, “vale o clichê: só o Brasil pode derrotar a ele mesmo”. Sucesso movido a álcool O americano The Wall Street Journal diz que o Brasil “teve sucesso em algo em que o mundo desenvolvido fracassou: o país desenvolveu uma alternativa de custo eficiente à gasolina”. O jornal faz a afirmação em uma longa reportagem sobre o uso do álcool nos carros brasileiros, mas diz que outros países que queiram seguir o exemplo devem pensar duas vezes antes de se valer dos métodos utilizados no Brasil. A reportagem lembra que governos militares e civis incentivaram o uso do etanol por meio de leis e do custeamento de bilhões de dólares em pesquisas, “apesar de críticas de que estavam desperdiçando dinheiro”. Além disso, diz o The Wall Street Journal, o Brasil suspendeu “o apoio oficial à indústria do açúcar no final dos anos 1990, forçando os produtores a se tornarem mais eficientes e ajudando a baixar o custo da matéria-prima do etanol”. “Isto é algo que os países ocidentais sentem ojeriza de fazer, preferindo apoiar os fazendeiros nacionais.” Exército e índios O britânico The Independent destaca as denúncias feitas pela mídia brasileira de que o Exército estaria dando “treinamento de guerrilha” para índios da Amazônia. O jornal reproduz os desmentidos das Forças Armadas e as acusações feitas por entidades de defesa dos índios após a divulgação de fotos nos quais os indígenas estariam sendo treinados no uso de rifles. E diz que “há versões contraditórias sobre quando as fotos foram feitas e o que os índios estavam fazendo”. O jornal observa que as denúncias foram feitas em um momento em que a Anistia Internacional divulgou um relatório em que critica o governo por “não proteger a população indígena do país da violência e da pobreza”. Sharon O jornal árabe editado em Londres Al-Quds Al-Arabi critica líderes palestinos que disseram estar rezando pela recuperação do primeiro-ministro israelense, Ariel Sharon. “Tais declarações diplomáticas carecem de sabedoria e de um juízo claro sobre o presente mapa político”, diz o jornal, referindo-se a comentários feitos pelo primeiro-ministro Ahmad Qurei e outras autoridades. “(Elas) confirmam as percepções confusas que existem no Ocidente e retratam Sharon como um homem da paz.” “Os palestinos não iriam derrubar uma só lágrima por Sharon ou qualquer outro agente do governo israelenses que lhes fez de saco de pancadas para testar armas feitas por Israel e pelos Estados Unidos.” |
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