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Atualizado às: 10 de janeiro, 2006 - 10h16 GMT (08h16 Brasília)
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2006 pode pôr Ronaldinho ao lado de Pelé, diz jornal da Austrália
Jornais
O jornal australiano Daily Telegraph afirma nesta terça-feira que o ano de 2006 pode marcar a consagração de Ronaldinho Gaúcho como um dos “imortais” do futebol – colocando-o ao lado de gênios como Pelé e Diego Maradona.

“O que mais assusta a respeito de Ronaldinho é que nós ainda podemos não ter visto o melhor dele”, diz o comentário, assinado pelo jornalista Philip Micallef.

“E com o Brasil como franco favorito para vencer a Copa do Mundo e o Barcelona como sério candidato para a Liga dos Campeões da Europa, 2006 pode muito bem consagrar o matador de rabo-de-cavalo como um dos imortais do esporte.

O jornalista cita Pelé, Maradona e Di Stéfano como integrantes deste seleto grupo.

A Austrália vai enfrentar o Brasil na primeira fase da Copa da Alemanha.

Fora Blair

Na Grã-Bretanha, dois jornais de linhas ideológicas conflitantes dão destaque a declarações de um general aposentado que defende o impeachment do primeiro-ministro Tony Blair por ter envolvido o país na guerra do Iraque.

O The Guardian, mais de esquerda, publica um artigo de opinião em que Michael Rose, ex-comandante das tropas da ONU na Bósnia-Herzegóvina, diz que o país está “farto das desculpas” de Blair e por isso chegou a hora de afastá-lo do governo por causa do Iraque.

Segundo ele, Blair fez afirmações falsas a respeito das supostas armas de destruição em massa de Saddam Hussein e “procura persuadir o mundo de que a guerra foi justificada porque agora existe uma frágil esperança de democracia no Iraque”.

“O impeachment de Blair é algo que eu acredito que deve acontecer se nós queremos reavivar o interesse no processo democrático”, diz Rose.

Já o Daily Mail, de direita, destaca declarações na mesma linha feitas por Rose a uma rede de TV britânica.

O jornal diz que Rose acusa Blair de “iludir o Parlamento e o país a respeito dos verdadeiros motivos para a invasão do Iraque”.

Sharon

Em Israel, o Haaretz afirma que o mais recente derrame sofrido pelo primeiro-ministro Ariel Sharon poderia ter sido evitado, caso os médicos soubessem que ele sofria de condição que poderia ser agravada por remédios anticoagulantes que tomou após sua primeira internação, em dezembro.

“Se a doença tivesse sido detectada quando Sharon foi admitido no hospital após seu primeiro derrame, os médicos provavelmente teriam evitado de lhe administrar esses remédios, que, como crêem os médicos, levaram à forte hemorragia subseqüente e à atual situação”, diz o jornal.

Para o Haaretz, isso “reforça as questões levantadas a respeito da qualidade do tratamento” recebido por Sharon após o primeiro derrame.

Outro jornal israelense, o Jerusalem Post, diz que a “saga” de Ariel Sharon está trazendo à tona os “traços nacionais” de Israel, “tantos os bons quanto os ruins”.

O diário diz que, enquanto o drama se desenvolve, os israelenses já passaram pelo maior pessimismo para um claro otimismo a respeito da saúde de Sharon.

Além disso, os israelenses mostraram sua “insaciável tendência de culpar alguém” ao mesmo tempo em que provaram que o país “pode receber golpes imensuráveis” e ainda assim “terminar em pé”, diz o Jerusalém Post.

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