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Brasileiros prestam homenagem ao papa no Vaticano | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
“Vim aqui porque acho que ele é uma pessoa que vai fazer muita falta”. Foi assim que a funcionária pública brasileira Áurea Clinch explicou sua presença entre as mais de 25 mil pessoas que neste sábado esperavam notícias sobre a saúde do papa Joao Paulo 2º na praça de São Pedro, em Roma. Embora diga que não é uma católica praticante, ela afirma que admira muito o pontífice porque “ele reza pelos problemas do mundo”. Clinch, que trabalha na embaixada brasileira na Tunísia, havia programado sua viagem para visitar a capital italiana bastante tempo antes da saúde do papa piorar, mas ela conta que soube da sua situação e decidiu prestar a homenagem. Vestindo uma camisa da Seleção brasileira, o motorista Júlio César Fernandez também decidiu ir à praça São Pedro depois de saber que a saúde de João Paulo 2º havia piorado. “Estive aqui ontem (sexta-feira) e não estava sabendo da gravidade (da situação); depois vi pelos jornais e resolvi voltar para prestar uma nova homenagem.” Seminaristas Muitos padres e seminaristas brasileiros também foram ao Vaticano. Carlos Rodrigues é padre da arquidiocese de Palmas (TO) e está morando em Roma para estudar teologia. Ele foi com um grupo de oito seminaristas para a praça. “Estamos rezando e esperando as notícias. É o que nos resta fazer.” O grupo chegou às 10h na praça e perto das 19h ainda esperava pelo O boletim confirmou que as condições do pontífice continuavam “muito sérias” e que ele desenvolveu uma “febre alta no final da manhã”. Apesar disso, diz que João Paulo 2º havia respondido quando entrou em contato com seus familiares. |
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