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Otan assume segurança de todo o Afeganistão | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) assumiu nesta quinta-feira a responsabilidade pela segurança de todo o Afeganistão, com a passagem, pelos Estados Unidos, do controle das províncias do leste do país para o general britânico David Richards, da aliança de defesa ocidental. Com isso, Richards fica encarregado também dos cerca de 12 mil soldados americanos na região, que inclui as províncias de Kunar, Nuristan, Laghman, Nangarhar, Paktia, Paktika e Khost. As províncias sob a responsabilidade de comandantes militares dos Estados Unidos desde o fim do regime do Talebã, há cinco anos. A Força Internacional de Assistência à Segurança da Otan (Isaf, em inglês) já comandava tropas no norte, oeste e sul do Afeganistão, inclusive da capital, Cabul, e agora tem sob seu comando um total de 33 mil soldados. Representantes da Otan dizem que a iniciativa tornará a força mais eficiente, num momento em que se procura garantir a reconstrução do país. O Afeganistão é o local onde a Otan tem o maior contingente de sua história. Mas a iniciativa tem ainda uma forte conotação simbólica, disseram funcionários da aliança ocidental, de acordo com a agência de notícias France Presse. "Esta é a missão mais significativa da história recente da Otan", afirmou Mark Laity, porta-voz da organização em Cabul. "Mas, em termos práticos, ela não tem tanto impacto quanto a presença no sul", disse ele, referindo-se ao envio, em julho, de forças da Otan para províncias onde o Talebã está se reorganizando. "O leste provavelmente não é um desafio tão grande quanto o sul, mas ainda é uma missão plena de combate." Os Estados Unidos mantém controle de uma força separada de cerca de 8 mil soldados, que incluem forças especiais que procuram o líder da rede extremista Al-Qaeda, Osama bin Laden e equipes que treinam o Exército afegão. |
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