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Bush admite erros na resposta ao furacão Katrina | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, admitiu nesta segunda-feira que foram cometidos erros na forma como as autoridades responderam à catástrofe criada pelo furacão Katrina, há cerca de duas semanas. Bush disse em Nova Orleans, durante sua terceira visita à região afetada pelo furacão, que houve uma tranqüilidade inadequada depois da passagem da tempestade porque as pessoas pensaram que tinham sido poupadas do problema. O presidente americano afirmou que o processo decisório da época precisa ser analisado com sobriedade. Bush vai sobrevoar Nova Orleans e percorrer áreas da cidade em um veículo militar. O responsável pelas operações de ajuda em Nova Orleans, almirante Thad Allen, disse que a situação está melhorando lentamente a cada dia. Boa parte da água que inundou as ruas da cidade já foi retirada. Baixa aprovação A visita mais longa de Bush à área mais afetada pelo furacão Katrina ocorre num momento em que pesquisas de opinião publicadas pelas revistas Time e Newsweek sugeriram que a maioria dos americanos estava descontente com a velocidade com a qual o governo reagiu ao desastre de 29 de agosto. A pesquisa patrocinada por Newsweek deu a Bush sua mais baixa taxa de aprovação, apenas 38%. De acordo com Daniel Lak, correspondente da BBC, Bush acompanhará os esforços de resgate, que têm começado a progredir. Ele está passando a noite em um porta-aviões ancorado no rio Mississippi a poucos quilômetros de locais onde ainda há água parada das inundações provocadas pelo furacão. As equipes de resgate agora encontram mais mortos que sobreviventes e são confrontadas com o desafio de identificar os restos de pessoas perdidas nas águas fétidas enfrentando temperaturas elevadas, conta Lak. Por sua vez, o aeroporto Louis Armstrong, de Nova Orleans, deverá retomar os vôos comerciais nesta próxima terça-feira, depois de ter sido usado principalmente para operações de caráter humanitário. |
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