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‘Feridos’ pelo Katrina, EUA lembram 11 de Setembro | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Uma cerimônia está sendo realizada neste domingo no local que abrigava o World Trade Center, em Nova York, para marcar o aniversário dos ataques do 11 de setembro de 2001. Familiares das vítimas do ataque respeitaram um minuto de silêncio às 8h46 (hora local, 9h46 em Brasília), a mesma hora em que, há quatro anos, o primeiro avião atingiu a Torre Norte do complexo de prédios. Depois, igrejas de toda a cidade tocaram seus sinos. O silêncio também foi observado pelos cerca de 300 policiais nova-iorquinos que estão trabalhando voluntariamente no patrulhamento de Nova Orleans, a cidade mais atingida pelo furacão Katrina. Em Washington, o presidente George W. Bush marcou o momento ao lado da mulher, Laura. Luz azul Em Nova York, os nomes dos 2.749 mortos estão sendo lidos por seus irmãos e irmãs, que também prepararam breves discursos. A leitura será interrompida três vezes, para marcar os momentos em que a segunda torre foi atingida e quando cada uma desabou. A secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, o governador do Estado de Nova York, George Pataki, e o prefeito da cidade, Michael Bloomberg, também participam da cerimônia. No fim da tarde, dois fachos de luz azul representando as Torres Gêmeas serão emitidos a partir do solo e deverão permanecer nos céus até o amanhecer da segunda-feira. Reconstrução Quatro anos depois dos ataques, o trabalho de reconstrução do local, batizado de Ponto Zero, estão apenas começando. Na fase inicial, os esforços se concentram na criação de um pólo de transportes. A Torre da Liberdade, edifício comercial cujo projeto foi modificado por medida de segurança, deve ser inaugurada em 2011. Um monumento em homenagem às vítimas está previsto para ser entregue daqui a quatro anos. A correspondente da BBC em Nova York, Laura Trevelyan, diz que ainda há muita polêmica em relação ao Centro Internacional Liberdade, planejado para ser instalado no local. Segundo ela, algumas famílias acreditam que discussões políticas sobre o conceito de “liberdade” podem profanar a memória dos mortos. |
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