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Atualizado às: 26 de junho, 2004 - 00h21 GMT (21h21 Brasília)
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Soldados brasileiros iniciam patrulhas no Haiti

O general Augusto Heleno, comandante brasileiro no Haiti, marcha em frente a soldados do Chile
O general Augusto Heleno, comandante brasileiro no Haiti, marcha em frente a soldados do Chile
A tropa brasileira no Haiti começou nesta sexta-feira o efetivo patrulhamento das ruas da capital Porto Príncipe, pouco menos de um mês depois de ter chegado ao país e recebido - naquele momento apenas formalmente - a responsabilidade pelas ações no país caribenho.

Em uma cerimônia realizada pela manhã, a Força Multilateral Interina (formada por Estados Unidos, França, Canadá e Chile) transferiu efetivamente a "responsabilidade pela zona de ação" para a Força de Estabilização da ONU para o Haiti (Minustah, na sigla em francês), que é encabeçada pelo Brasil.

Segundo o assessor de comunicação social do destacamento brasileiro, coronel Antônio Carlos Faillaci, vão ficar constantemente nas ruas da capital quatro patrulhas, cada uma formada por um grupo de 20 a 25 soldados brasileiros.

"Vamos trabalhar em esquema de revezamento para patrulharmos a cidade 24 horas por dia", disse o militar, que falou com a reportagem da BBC Brasil por telefone, de Porto Príncipe.

Gangues

O coronel Faillaci disse que, até agora, os soldados ainda não relataram nenhum tipo de enfrentamento com os haitianos.

"A receptividade continua muito boa e não tivemos qualquer contratempo. Mas sabemos que existe um problema muito sério com as gangues que existem nas favelas de Porto Príncipe e temos de ficar atentos a isso", disse.

Estão no Haiti 1,2 mil soldados brasileiros, que vão compor a força de 6,7 mil militares e 1,6 mil policiais prevista pela ONU para manter a estabilidade no país. Até agora, no entanto, a chegada de tropas dos outros países, que devem se unir ao brasileiros na missão, está muito lenta.

O coronel Faillaci disse que chegou nesta semana um contingente de cerca de 600 chilenos, que vai substituir os militares do Chile que já estavam no Haiti como parte da Força Multilateral Interina.

"Mas a Minustah ainda não nos informou qual vai ser a área de atuação deles", disse o porta-voz.

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