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General Augusto Heleno responde às perguntas sobre o Haiti | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Brasil lidera as forças de paz da ONU no Haiti, que têm o objetivo de manter a estabilidade e desarmar o país, além de participar de operações humanitárias. Na edição do Panorama BBC do dia 6 de junho de 2004, o general Augusto Heleno, comandante da Força de Estabilização do Haiti, respondeu às perguntas enviadas pelos ouvintes e internautas através do www.bbcbrasil.com. Ciro Amaro, Uberlândia General Augusto Heleno - A impressão que nós tivemos foi muito boa, em relação à receptividade do povo do Haiti às tropas brasileiras. Há uma empatia muito grande entre o povo haititiano e o brasileiro, temos muitas coisas parecidas e eu acredito que isso vai facilitar muito o trabalho da Minustah (a força de estabilização). Tiago, Teresina General - Inicialmente, o governo brasileiro destinou cerca de US$ 40 milhões (cerca de R$ 125 milhões) para a missão, mas tem que entender que grande parte dessa quantia será reposta pela Organização das Nações Unidas (ONU). Adriano Duarte, São Paulo General - Por enquanto eu acredito que seja muito baixa já que por enquanto a situação está calma e nós pretendemos que esse estado seja mantido. Mas é claro que nós somos militares e estamos preparados para a adversidade, fomos formados para adversidades e se isso tiver que acontecer, com muita tristeza, vamos enfrentar com humildade. Vinícius, Belo Horizonte e Gabriel Petros, Curitiba General - Uma das possibilidades é que, diante dos interesses que possam vir a ser contrariados pelas ações que nós vamos desenvolver, possam acontecer manifestações. Mas por enquano é provável que sejam manifestações isoladas e que não contaminem a população como um todo. |
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