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Nota atribuída à Al-Qaeda ameaça atacar aviões | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um comunicado atribuído a membros da rede Al-Qaeda na Arábia Saudita ameaçou realizar novos ataques contra as companhias aéreas dos Estados Unidos e outros meios de transportes de países ocidentais. "Todos os complexos, bases e meios de transporte, especialmente as companhias aéreas ocidentais e americanas, serão alvos", afirma o documento. A nota, publicada num website simpático ao grupo dirigido pelo dissidente saudita Osama Bin Laden, pede aos muçulmanos que se afastem dos ocidentais e desses possíveis alvos. A autenticidade do comunicado não pôde ser confirmada imediatamente. Ele leva a assinatura da "Al-Qaeda na península da Arábia". Ataques Um ataque num conjunto residencial onde viviam estrangeiros em Khobar, no fim de maio, chamou a atenção para o problema dos militantes islâmicos na Arábia Saudita. A ação deixou 22 mortos, entre eles um americano, um britânico e um italiano. O novo comunicado acontece também no dia em que forças de segurança sauditas estão à procura de atiradores que atacaram uma equipe da BBC em Riad no domingo, matando um cinegrafista e ferindo um jornalista. O embaixador saudita na Grã-Bretanha, príncipe Turki al-Faisal, defendeu nesta segunda-feira a maneira como o seu país tem enfrentado as ameaças da Al-Qaeda. Ele afirmou que algumas das operações contra o grupo têm sido bem-sucedidas, e outras "nem tanto". Mas advertiu que a Arábia Saudita não pretende sair prendendo todos. "Isso é justamente o que os terroristas querem que façamos, para contrariar a população", declarou o embaixador. "Há uma forma mais metódica de fazer as coisas: trabalho policial, investigações, cooperação com outras agências e outros países." |
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