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'Americano da Al-Qaeda' planejava explosões, dizem EUA | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O americano José Padilla, acusado de terrorismo pelos Estados Unidos, vinha planejando explodir hotéis e apartamentos e usar uma bomba suja em várias cidades do país, afirmou James Comey, vice-procurador geral da Justiça americana. Padilla, ex-líder de uma gangue de Chicago, está detido há dois anos em uma prisão militar americana como um "inimigo combatente", mas sem sofrer nenhum tipo de acusação formal. Segundo Comey, o Departamento de Justiça americano está liberando novas informações sobre Padilla, com o objetivo de justificar a sua prisão. Padilla é acusado de ter recebido treinamento da rede Al-Qaeda, de Osama Bin Laden, no Afeganistão. Segundo o departamento, o treinamento pôs Padilla em contato com integrantes do alto escalão da Al-Qaeda. Gás A intenção do suspeito seria alugar um número de apartamentos e simultaneamente explodi-los, usando gás natural. Comey classificou o plano como "surpreendente pela sua clareza". Padilla foi preso no aeroporto de Chicago em maio de 2002, acusado de planejar detonar uma bomba suja - nome dado a um despositivo capaz de espalhar material radioativo usando explosivos convencionais. Nenhuma evidência, até hoje, foi apresentada em relação às acusações. Advogados vêm desafiando o presidente americano, George W. Bush, sobre o direito do governo de manter Padilla preso indefinidamente, negando o seu acesso a julgamento. |
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