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EUA lançam novo alerta para possível ataque da Al-Qaeda | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo dos Estados Unidos afirma ter informações que indicam de forma plausível que a organização Al-Qaeda está planejando um ataque contra os Estados Unidos nos próximos meses. O ministro americano da Justiça, John Ashcroft, fez um apelo para que o povo americano permaneça especialmente atento para a movimentação de sete suspeitos, cujas fotos foram tornadas públicas. Segundo Ashcroft, estas sete pessoas representam uma ameaça séria e imediata para a segurança dos Estados Unidos. O ministro disse ainda que a Al-Qaeda pode estar adotando novas táticas para ludibriar os serviços de segurança – como, por exemplo, viajar com suas famílias e fingindo serem europeus. "Nossas informações indicam que a Al-Qaeda está procurando novos recrutas que possam se passar por europeus", disse Ashcroft. Datas O governo não divulgou a data ou o local do suposto ataque, mas o diretor do FBI, Robert Mueller, destacou o Dia da Independência dos EUA (4 de julho) e as convenções dos Partidos Republicano e Democrata como possíveis riscos. "Eventos que nos enchem de esperança e orgulho são vistos por terroristas como possíveis alvos de ataques", disse Mueller. Na opinião de analistas, terroristas poderiam estar pensando em influenciar os resultados da eleição presidencial de novembro por meio de ataques. Os membros do governo George W. Bush disseram que têm recebido "um fluxo contínuo de informações" que indicam a possibilidade de ataques. Mas eles afirmaram que não há intenção de elevar o nível de alerta em vigor atualmente no país. O porta-voz da Casa Branca, Scott McClellan, refutou acusações de que o governo estaria exagerando o perigo. |
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