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Japão prende suspeitos de ligação com Al-Qaeda | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A polícia japonesa prendeu quatro estrangeiros suspeitos de terem conexões com a rede Al-Qaeda. É a primeira vez que a polícia do Japão promove uma operação contra supostas atividades que a Al-Qaeda estaria tramando no país. Os quatro suspeitos - um indiano, dois bengalis e um malinês - teriam supostas ligações com o francês Lionel Dumont, suspeito de tentar criar uma célula da Al Qaeda no Japão. Lionel Dumont, que é de ascendência argelina, trabalhou no Japão de 2002 a 2003 e foi preso em dezembro do ano passado na Alemanha. De acordo com relatos da mídia japonesa, Dumont freqüentemente viajava entre Japão, Malásia e Alemanha usando um passaporte falso. Na semana passada, ele foi extraditado para a França, onde já havia sido condenado à prisão perpétua à revelia por um tribunal francês, em 2001, por um suposto atentado a bomba contra uma reunião do G 7, em Lyon. Buscas A polícia japonesa promoveu buscas em dez locais diferentes do país. Segundo policiais, a prisão dos quatro suspeitos de ligação com a Al-Qaeda se deu porque eles teriam violado leis de imigração. O governo japonês apoiou a ação militar comandada pelos Estados Unidos no Iraque e conta com 550 soldados no sul do país, que não estão realizando operações de combate, mas sim de restauração da infra-estrutura do país. O Japão vem intensificando a segurança no país desde que foi divulgada uma carta, que teria sido divulgada pela Al-Qaeda, afirmando que o país seria um alvo de ataques caso enviasse soldados ao Iraque. No mês passado, causou comoção no Japão a divulgação de imagens de civis japoneses que foram capturados por militantes iraquianos que exigiam a retirada das tropas do país. O premiê japonês, Junichiro Koizumi, se recusou a retirar os militares. |
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