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Kerry inicia ofensiva na área de política externa | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O provável candidato democrata à presidência dos Estados Unidos, John Kerry, iniciou uma ofensiva de 11 dias em que deve concentrar sua campanha nas suas propostas para a segurança nacional. Em um discurso, nesta quinta-feira, ele acusou o governo do presidente George W. Bush de ter prejudicado o apoio internacional à luta contra o terrorismo. No discurso, Kerry prometeu, se eleito, trabalhar com outras nações em questões-chave, construindo novas alianças e fazendo melhor uso de da diplomacia e do poder econômico americano – em uma crítica clara à atuação do governo Bush. Kerry também disse que sua principal prioridade como presidente seria impedir que terroristas tenham acesso a armas de destruição em massa. Pontos básicos O correspondente da BBC em Washington, porém, disse que os eleitores americanos teriam muita dificuldade em encontrar diferenças entre as propostas de Bush e de Kerry na área de segurança com base no discurso do democrata. Kerry disse no pronunciamento que suas propostas para a segurança nacional serão baseadas em quatro “imperativos”:
“Ainda existe uma grande expectativa em todo o mundo no tocante a um Estados Unidos que escute e lidere novamente – um Estados Unidos que é respeitado, não apenas temido”, disse o senador democrata. Se referindo à cúpula do governo Bush e sua decisão de ir à guerra no Iraque, Kerry disse que “eles procuraram usar a força antes da eliminar todas as possibilidades de diplomacia. Eles provocaram, quando deveriam ter persuadido. Eles foram sozinhos quando deveriam ter organizado um time”. Em resposta, um porta-voz da campanha de reeleição do presidente Bush disse que o senador democrata falou foi recheado de retórica política, sem propor nenhuma nova iniciativa. “A abordagem de John Kerry da guerra ao terror tem sido marcada pela indecisão e por vacilos. Ele tem consistentemente usado de uma forma política a guerra no Iraque”, disse o porta-voz Steve Schmidt. |
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