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Blair e Bush estudam acelerar saída de tropas do Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Autoridades do governo britânico confirmaram que o primeiro-ministro Tony Blair e o presidente americano, George W. Bush, planejam acelerar a transferência de funções de segurança no Iraque para os próprios iraquianos. A medida permitiria que os dois líderes estabelecessem um cronograma claro para a retirada do Iraque das tropas da coalizão liderada pelos Estados Unidos. As autoridades britânicas afirmam que o início da retirada só ocorreria após as eleições iraquianas marcadas para janeiro e existe a possibilidade de que as tropas da coalizão permaneçam no Iraque por mais tempo. Norman Smith, analista político da BBC, diz que os britânicos indicaram uma grande urgência para uma clara estratégia de saída e de ajuda para que o Iraque desenvolva seu Exército e outras forças de segurança. De acordo com Smith, críticos de Blair descrevem as negociações sobre uma possível retirada como uma manobra política, mas o líder da base de apoio ao primeiro-ministro defende a decisão do governo de estabelecer um cronograma claro para a retirada de "um violento impasse no Iraque". Fontes do gabinete de Tony Blair dizem que o primeiro-ministro quer ver uma "soberania indivisível" no Iraque – o que significa controle da segurança assim como das prisões do país. A iniciativa ocorre em um momento em que o Partido Liberal-Democrata – o segundo maior de oposição na Grã-Bretanha – realiza um debate sobre o Iraque e o contínuo envolvimento de tropas britânicas no país. |
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