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EUA dizem ter matado 18 da resistência xiita | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Em um sábado violento no Iraque, pelo menos 21 pessoas morreram nos confrontos entre as tropas da coalização liderada pelos Estados Unidos e simpatizantes do líder xiita Moqtada al-Sadr. Na localidade de Sadr City, perto de Bagdá, 18 milicianos xiitas, segundo os militares americanos, teriam sido mortos. Outras três pessoas teriam morrido em Kerbala, nas proximidades dos templos de Iman Hussein e Iman Abbas, dois dos mais importantes locais sagrados para os muçulmanos. Segundo o médico de um hospital da região, os três mortos eram civis, e outras sete pessoas ficaram feridas. Há relatos de mais confrontos também na cidade de Najaf, onde um violento combate aconteceu na sexta-feira. Procurado Moqtada al-Sadr é procurado pelos Estados Unidos por seu suposto envolvimento no assassinato de um outro religioso xiita e decretou um levante contra os americanos no mês passado. Segundo o comandante das tropas americanas no Iraque, general Ricardo Sanchez, os 18 iraquianos mortos em Bagdá seriam integrantes do Exército Mehdi, a milícia de Sadr. O general Sanchez fez um apelo pelo fim dos confrontos com os simpatizantes de Sadr, mas reiterou que o religioso tem que se entregar à justiça iraquiana. Outras cidades de maioria xiita também tiveram episódios de violência entre simpatizantes de Sadr e as tropas da chamada coalizão. Soldados britânicos enfrentaram uma emboscada ao viajar entre Basra e Amara e mataram cerca de 20 pessoas. Em Nassíria, tropas italianas teriam enfrentado o Exército Mehdi em uma batalha que, segundo a polícia iraquiana, deixou dois civis mortos e cinco feridos. |
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