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Atualizado às: 19 de setembro, 2003 - 01h47 GMT (22h47 Brasília)
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Processo de paz no Oriente Médio parou, diz Bush
O presidente dos EUA, George W. Bush
Bush se diz comprometido com o processo de paz na região

O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, admitiu que o processo de paz no Oriente Médio está estagnado e acusou o presidente da Autoridade Palestina, Yasser Arafat, por esse fracasso.

Para Bush, Arafat é "um líder fracassado que prejudicou, nos últimos meses, o avanço do processo de paz no Oriente Médio".

O presidente americano disse ainda que os palestinos precisam de um líder que esteja "100% comprometido com o combate ao terror", se quiserem a paz.

Bush fez as afirmações em Camp David, perto de Washington, durante a visita do rei Abdullah, da Jordânia.

Enquanto isso, na Cisjordânia, Arafat se reuniu com líderes do movimento Fatah para escolher os integrantes do seu novo gabinete, que deve ser indicado na semana que vem.

'Papel fundamental'

Analistas afirmam que o presidente palestino vai desempenhar um papel fundamental na escolha do novo governo, apesar das tentativas israelenses e americanas de alijá-lo do processo.

Nesta sexta-feira, mais um projeto de resolução deverá ser apresentado ao Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas), exigindo que o governo Israel volte atrás na sua ameaça de expulsar Arafat da Cisjordânia.

Uma moção semelhante já foi vetada pelos Estados Unidos no Conselho de Segurança há poucos dias.

Em Camp David, Bush ainda acusou Arafat de ter sabotado o ex-premiê palestino.

"O primeiro-ministro Mahmoud Abbas foi sabotado o tempo todo pela velha ordem. Ou seja, Arafat", acusou Bush.

"E as pessoas nos territórios palestinos precisam entender que, se elas querem paz, precisam ter uma liderança que é absolutamente, 100% comprometida com a luta contra o terror."

O presidente palestino concedeu uma série de entrevistas a jornais e TVs israelenses para tentar convencer as autoridades do país a aceitar uma oferta de cessar-fogo.

De acordo com a Arafat, a trégua seria respeitada por grupos ativistas palestinos, acusados de uma série de ataques contra alvos israelenses.

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