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Israel rejeita oferta de cessar-fogo de palestinos
Israel rejeitou uma oferta de cessar-fogo imediato e por tempo indefinido apresentada pelo governo palestino, qualificando-a de uma manobra política. A oferta de trégua foi feita por Jibril Rajub, conselheiro de segurança do presidente palestino, Yasser Arafat. Rajub disse à rádio estatal israelense que a liderança palestina poderia garantir que grupos radicais, como o Hamas, iriam respeitar a trégua. Mas Zalman Shoval, um assessor do primeiro-ministro israelense, Ariel Sharon, disse à BBC que Israel não estava interessado em outro cessar-fogo temporário que, segundo ele, permitiria que os grupos militantes palestinos se reorganizassem. “Armadilha” O Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) deverá votar ainda nessa terça-feira uma resolução pedindo que Israel não execute as ameaças de matar ou expulsar Yasser Arafat. Um porta-voz do primeiro-ministro israelense, Ariel Sharon, disse que Israel não seria "enganado" pelos palestinos. "Nós não vamos ser atraídos por essa armadilha que é a proposta do cessar-fogo", disse Ranan Gissin à agência de notícias francesa AFP. Enquanto isso, as tropas israelenses mataram um homem suspeito de ser um militante palestino num vilarejo perto da cidade de Hebron, na Cisjordânia. As informações são de que as tropas, apoiadas por tanques e helicópteros, cercaram uma casa e mataram a tiros um integrante do grupo Jihad Islâmico no momento em que ele tentava fugir. |
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