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Atualizado às: 17 de junho, 2004 - 04h28 GMT (01h28 Brasília)
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Juros americanos sobem no fim do mês, dizem analistas

Barris de petróleo
Economista do HSBC diz que mercado do petróleo tende a se acalmar.
Analistas acreditam que os juros americanos vão começar a subir já na próxima reunião do Fed, o Banco Central americano, no dia 30 deste mês.

Mas apesar de inflação americana em maio, divulgada na terça-feira, ter ficado acima das expectativas, o mercado ainda espera o aumento lento e gradual que já vem sendo indicado em declarações de autoridades nos últimos meses.

A inflação ao consumidor ficou em 0,6%, mas analistas observam que o núcleo inflacionário - que elimina preços muito voláteis, como combustíveis e alimentos - permanceu estável, em 0,2%.

"O aumento dos juros vai começar no mês que vem porque a economia está em clara expansão, mas deve acontecer de maneira controlada, como já se estava prevendo", diz John Williamson, do Instituto de Economia Internacional, de Washington.

Como a maioria dos analistas, Williamson aposta, por hora, em um aumento de apenas 25 pontos base (0,25 ponto porcentual), elevando as taxas de juros americanas para 1,25%.

Petróleo

O economista-chefe para a América Latina do Banco HSBC, Paulo Vieira da Cunha, observa que já há indicações que o mercado de petróleo - que andou pressionando muito a economia americana - tende a se acalmar.

"Contratos futuros de petróleo já estão indicando uma queda nos preços", explicou.

Cunha também espera um aumento lento das taxas de juros americanas, começando com 25 pontos base na próxima reunião do Fed.

Atenção

O economista-chefe para a América Latina da consultoria Idea Global, Alberto Barnal, concorda com a avaliação de que os aumentos serão graduais, mas observa que as economias latino-americanas podem acabar sendo afetadas pelas mudanças.

"Os mercados de diversos países latino-americanos atrairam capitais para seus países porque as taxas de juros de países desenvolvidos estavam muito baixas. Quando isto começar a mudar, o risco de investir em um país emergente passa a compensar menos", disse.

"O pior é que a América Latina não tem nada a fazer para se contrapor a este ciclo."

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