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Inflação nos EUA tem maior alta desde 2001 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A inflação nos Estados Unidos subiu em maio, aumentando as expectativas de que o Fed (banco central americano) vai elevar os juros no curto prazo. Os preços ao consumidor subiram 0,6% em maio – o maior aumento desde janeiro de 2001 – por causa da elevação dos preços do petróleo. Apesar dos preços mais altos, os consumidores não deram qualquer demonstração de que pretendem cortar gastos e a confiança aumentou mais do que o esperado. O Fed não aumentou juros nos últimos quatro anos. Confiança O núcleo da inflação, que expurga preços voláteis como os dos combustíveis, teve um aumento mais moderado, de 0,2%. Muitos analistas esperavam que o aumento dos preços dos combustíveis levasse a uma queda no volume de dinheiro que os consumidores estão se preparando para gastar. No entanto, a pesquisa preliminar de junho da Universidade de Michigan mostrou aumento na confiança do consumidor depois de dois meses de queda. O aumento na inflação renovou a expectativa de que o Fed vai subir os juros – que estão em 1%, nível mais baixo desde 1958 – no final de junho. "Isso deixa claro que existe um aumento sustentado da inflação e vai acelerar o aperto do Fed", disse Richard DeKaser, economista-chefe do National City Corp. Mas os analistas estão divididos em relação ao tamanho do aumento dos juros. Na semana passada, o presidente do Fed, Alan Greenspan, disse que esperava que os juros subissem de forma controlada e também que o Fed faria "o que fosse necessário" para manter a inflação sob controle. |
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