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Credores privados criticam acordo da Argentina com FMI | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O acordo da Argentina com o Fundo Monetário Internacional (FMI), que permitiu o pagamento de última hora nesta terça-feira de US$ 3,1 bilhões da dívida argentina com o FMI, está sendo criticado por credores privados. O presidente do comitê de credores privados da Itália, Mauro Sandri, disse à BBC que o acordo é totalmente inaceitável. Segundo Sandri, o atual governo do presidente argentino Néstor Kirchner não é nada diferente da administração de seus antecessores. Sandri reclamou que a Argentina está honrando os pagamentos com o FMI, mas "se esquece" dos credores privados. Acordo Milhares de europeus investiram suas economias em títulos da dívida externa argentina antes da crise econômica que culminou com a desvalorização do peso em 2001, pondo fim a anos de paridade com o dólar. O governo argentino alega que só tem condições de pagar 25% do valor nominal de seus papéis. Segundo apurou a reportagem da BBC Brasil junto à Casa Rosada, o acordo entre a Argentina e o FMI só foi fechado depois que o Fundo cedeu e retirou as exigências de última hora, conforme queria o presidente Kirchner. O FMI deve formalizar nesta quarta-feira a aprovação da segunda revisão do acordo em vigor com a Argentina. De acordo com assessores da Presidência argentina, o fundo anunciará que devolverá a parcela de US$ 3,1 bilhões paga nesta terça-feira pela Argentina. Leia mais: |
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