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Última actualização: 13 Junho, 2005 - Publicado em 12:18 GMT
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África em debate em Washington e em Moscovo
Mapa de África
Os países mais endividados aparecem no mapa a verde escuro
Estão em curso duas ofensivas diplomáticas pró-africanas em Washington e em Moscovo;

Na Casa Branca, o Presidente George W. Bush recebe cinco presidentes africanos de países que, segundo os norte-americanos, se destacaram no último ano pelos seus esforços de democratização. Entre eles está o moçambicano Armando Guebuza.

E em Moscovo o Presidente Vladimir Putin e o Primeiro-Ministro Tony Blair discutiram detalhes do perdão da dívida de um grande número de países africanos.

Cepticismo

A visita que Tony Blair fez a Vladimir Putin foi vista com cepticismo nalguns círculos políticos.

O analista político Vincent Magombe, da ONG Africa Inform International, dúvida que tenha sido uma deslocação proveitosa. Segundo ele, os países africanos não devem muito dinheiro à Rússia - mas os russos têm uma dívida moral para com os africanos.

"A maior parte do dinheiro foi dado aos países africanos na forma de armas durante a Guerra Fria a regimes que apoiavam a Rússia contra o Ocidente. Não vemos essas dívidas como algo que devamos pagar. Essas armas mataram pessoas e continuam a causar guerras até hoje em lugares como a Somália".

Visita à Casa Branca

Entretanto, na capital norte-americana, o Presidente Bush recebe hoje na Casa Branca os presidentes de Moçambique, do Botswana, do Ghana, do Níger e da Namíbia - cinco países cuidadosamente seleccionados por terem realizado eleições democráticas no último ano.

Bush vai ter a oportunidade de realçar os seus pontos de vista particulares em relação a África, um continente que, nos dias que correm, consta como uma prioridade na agenda internacional - mesmo em Washington.

Os cinco presidentes africanos vão ouvir de George W. Bush a sua já familiar posição; a de que a América continua a ser uma grande doadora de ajuda; que contribui enormemente na luta contra o HIV/SIDA; mas que a ajuda futura deve ser melhor encaminhada e cada vez mais atribuida a países que têm o tipo de sociedades que podem fazer melhor uso dela.

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