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Última actualização: 20 Abril, 2005 - Publicado em 15:27 GMT
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Lançada campanha mundial contra o estigma da SIDA
Manifestação de solidariedade na África do Sul
Cresce a consciência contra a estigmatização dos seropositivos
A Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho lançou uma campanha para combater o estigma do HIV/SIDA.

Cerca de 40 milhões de pessoas em todo o mundo vivem com HIV - mais de dois terços dessas pessoas estão na África sub-Sahariana.

Mas, em muitos países a doença continua a ser tabú. Muitos seropositivos mantêm a sua situação em segredo, por recearem - algumas vez com razão - ser marginalizados.

Discriminação

A campanha da Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho é denominada "Come Closer" [Aproxime-se].

Os organizadores dizem que as pessoas infectadas com HIV/SIDA por vezes são discriminadas quando procuram trabalho ou acomodação.

Mesmo em hospitais e postos médicos, os seropositivos podem ser estigmatizados.

Infectados

A própria Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho tem cerca de 300 mil empregados e voluntários infectados com HIV/SIDA.

Mais de 120 representações nacionais de todo o mundo estão a participar nesta campanha contra o estigma.

'Disparates'

Entretanto, o chefe da Agência Indiana de Controlo da SIDA, S.Y. Qureshi, descreveu como 'disparatada' a decisão do Fundo Global de colocar o seu país em primeiro lugar na lista dos países mais afectados pelo HIV/SIDA.

Qureshi diz acreditar nos dados oficiais que indicam a existência de 5,1 milhões de seropositivos na Índia.

O director-executivo do Fundo Global de Luta Contra o HIV/SIDA, Richard Feacham, disse que estas estatísticas estavam erradas e que a Índia havia já ultrapassado a África do Sul.

Segundo ele, a epidemia está a alastrar-se muito rapidamente porque o governo indiano está a fazer muito pouco para controlá-la.

A Fundação Naz, a maior ONG que trabalha com seropositivos na Índia, diz existirem pelo menos 15 milhões de infectados no país - um número que triplica os dados oficiais.

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