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Última actualização: 23 Setembro, 2004 - Publicado em 15:17 GMT
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Sindicalistas avaliam impacto da SIDA em S.Tomé

População de S.Tomé
A Sida começa a ter efeitos nefastos no sector laboral
Na capital de São Tomé, teve início esta quarta-feira um seminário sobre HIV/SIDA no mundo de trabalho. Uma iniciativa das duas centrais sindicais de STP, a UGT-STP e a ONTSTP com o apoio da Organização Internacional do Trabalho.

O ministro santomense do Trabalho, que fez a abertura do seminário, de dois dias, sublinhou a importância do certame que, para Fernando Maquengo, é realizado em boa hora.

Segundo este governante, a SIDA, face ao número de vítimas desta doença, que tende a aumentar nas lhas, começa a causar consequências nefastas no mundo laboral em São Tomé e Príncipe.

Maquengo, empossado no último sábado no cargo de ministro do Trabalho e da Solidariedade, considerou que esta acção dos sindicatos do país constituirá um marco das acções do seu Ministério, enaltecendo, por isso, a pertinência do tema do seminário que vai decorrer até ao próximo dia 24 deste mês nas instalações do ISP, Instituto Superior Politécnico em São Tomé.

Por sua vez, o secretário-geral da central sindical União Geral dos Trabalhadores de São Tomé e Príncipe, Costa Carlos, reconheceu que é tempo de cada trabalhador santomense inteirar-se da problemática da SIDA, tendo em conta os efeitos negativos da doença no mundo de trabalho, afectando a economia nacional.

O senegalês Rawane Baye, dos escritórios da OIT, em Yaoundé, Camarões, é o representante da Organização Internacional do Trabalho neste seminário sobre a SIDA e destinado aos sindicalistas santomenses.

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