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Atualizado às: 12 de novembro, 2008 - 00h42 GMT (22h42 Brasília)
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EUA lançam programa para evitar execução de hipotecas
Sede da Fannie Mae, agência hipotecária americana
Programa irá ajudar clientes da Fannie Mae e da Freddie Mac
O governo americano anunciou nesta terça-feira um novo programa para refinanciamento das hipotecas de milhares de pessoas afetadas pela crise financeira que atinge o país, com o objetivo de evitar execuções das dívidas.

O programa deve afetar mutuários que contraíram hipotecas da Freddie Mac e da Fannie Mae – as duas gigantes americanas do setor de financiamento imobiliário e que passaram ao controle do governo americano em setembro.

De acordo com a proposta, o beneficiado irá poder pagar a dívida com juros reduzidos, de forma que não mais que 38% de sua renda fique comprometida com a hipoteca.

Os beneficiados serão principalmente as pessoas que contraíram os financiamentos imobiliários de alto risco (o chamado “subprime”) e tenha “deixado de pagar três prestações ou mais, seja dono do imóvel e o ocupe como residência primária e não tenha decretado falência”, disse James Lockhart, diretor da Agência Federal de Finanças Imobiliárias, que controla a Fannie Mae e a Freddie Mac.

Lockhart disse que cerca de 58% das hipotecas americanas, ou cerca de 31 milhões delas, estejam ligadas à Fannie Mae ou à Freddie Mac.

GM

Apesar do anúncio do programa, a terça-feira foi mais um dia de quedas significativas nas principais bolsas de valores americanas e do restante do mundo.

Nas maiores bolsas da Europa, o maior recuo foi registrado em Frankfurt, onde o índice Dax encerrou em -5,25%. Em Paris, o Cac registrou -4,83% e, em Londres, o FTSE fechou o dia em -3,57%.

Nos Estados Unidos, as quedas foram menos acentuadas. O Dow Jones, da bolsa de Nova York, ficou em -1,99%, e o Nasdaq terminou a terça-feira em -2,22%.

Um dos motivos das quedas seria o desempenho das ações da General Motors, uma das maiores montadoras do mundo, duramente afetada pela diminuição das vendas.

O valor das ações da montadora, com sede em Detroit, recuou 17% à tarde na bolsa de Nova York, depois de ter caído 23% na segunda-feira.

A desvalorização fez aumentar o temor de que a empresa tenha que ser alvo de um pacote de resgate do governo ou peça concordata.

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