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Atualizado às: 29 de setembro, 2008 - 21h44 GMT (18h44 Brasília)
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Bolsa de NY tem maior queda em pontos da história
Operadores de Wall Street
Pacote para ajudar o mercado foi rejeitado na Câmara dos EUA
A Bolsa de Valores de Nova York registrou nesta segunda-feira sua maior queda em pontos em um único dia na história, após a rejeição na Câmara dos Representantes do pacote de US$ 700 bilhões para ajudar empresas afetadas pela crise financeira.

O índice Dow Jones fechou o dia com queda de 6,98%, e o índice da bolsa eletrônica Nasdaq recuou 9,14%.

O Dow Jones acumulou uma queda de 777,68 pontos. A baixa recorde anterior era de 721,56 pontos, alcançada no primeiro dia de negócios na bolsa de Nova York após os ataques de 11 de setembro de 2001.

Seguindo a tendência americana, a Bolsa de Valores de São Paulo também despencou. O índice Bovespa terminou a segunda-feira com queda de 9,36%, depois de alcançar baixa de 13%. As negociações chegaram a ser paralisadas depois que o índice Bovespa recuou mais de 10% no início da tarde.

Na Europa, as incertezas a respeito da votação na Câmara também derrubaram as bolsas, que fecharam antes da divulgação do resultado da votação.

Em Londres, o FTSE fechou em queda de 5,3%; em Paris, o CAC fechou com baixa de 5,04%, e o Dax, em Frankfurt, encerrou a segunda-feira com recuo de 4,23%.

Nacionalizações

As quedas significativas ocorrem em um dia em que a crise econômica deu mais sinais de agravamento.

Nos Estados Unidos, o banco Wachovia, o quarto maior do país, foi comprado pelo rival Citigroup em um plano de ajuda apoiado pelas autoridades americanas.

Na Grã-Bretanha, o governo confirmou a nacionalização do Bradford & Bingley, que havia sido noticiada pela BBC no sábado. Em Bruxelas, a nacionalização de parte do Fortis também foi anunciada.

Na Alemanha, o banco Hypo Real Estate disse que chegou a um acordo com outras instituições alemãs para receber um empréstimo.

Os bancos centrais do bloco europeu, dos Estados Unidos e de oito outros países abriram linhas de crédito de US$ 330 bilhões para aumentar a liquidez do mercado.


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