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Governadores bolivianos rompem com Morales | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os prefeitos (governadores) de seis dos nove Departamentos (Estados) da Bolívia emitiram um comunicado conjunto em que anunciaram o rompimento das relações com o presidente Evo Morales. Os chefes do Executivo nos Departamentos de La Paz, Santa Cruz de la Sierra, Tarija, Pando, Beni e Cochabamba disseram na mensagem que iriam “romper a relação com o Poder Executivo Nacional”, passando a “não cooperar com nenhuma convocação que seja feita pelo senhor Presidente da República”. A decisão dos prefeitos foi tomada por causa de um projeto de lei defendido por Morales que prevê a revisão e fiscalização do trabalho dos governos dos Departamentos. De acordo com o jornal La Razón, de La Paz, o vice-ministro de Descentralização, Fabían Yaksic, disse que o projeto se tornou necessário diante da “ausência de um mecanismo que permita controlar o trabalho nas prefeituras”. “O país observa com preocupação a conduta do Governo Nacional, que tem a marca da prepotência política, do desrespeito às leis da República e um profundo caráter antidemocrático”, diz a mensagem dos governadores. Morales defende que uma lei que dê ao Congresso, e em última instância ao próprio presidente, poderes para aprovar moções de censura contra os prefeitos e destituí-los. Na opinião do presidente, as autoridades dos Departamentos não deveriam “temer a fiscalização”. Em uma declaração reproduzida no La Razón, o presidente disse que “se há transparência no gerenciamento do dinheiro do povo, se há honestidade no gerenciamento do dinheiro do povo, nenhuma das autoridades nacionais devem ter medo do povo e de suas instituições.” |
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