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Não há avanços na OMC, diz Amorim em Genebra | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Dois dias de negociações na reunião da Organização Mundial do Comércio (OMC) em Genebra fizeram pouco pela liberalização do comércio mundial, disse nesta sexta-feira o chanceler brasileiro Celso Amorim. “Nada me faz crer que houve algum progresso significativo até agora”, disse ele em uma entrevista coletiva. O ministro abriu a conversa destacando que havia convocado os repórteres na esperança de transmitir alguma boa notícia. “Não há nada de novo, embora discutamos em uma atmosfera positiva." Ponto morto A reunião engatou o ponto morto apesar do alerta feito na manhã desta sexta-feira pelo diretor-geral da OMC, Pascal Lamy. “Se nós não mudarmos nossas posições radicalmente nas próximas horas ou dias, estaremos francamente diante de uma crise”, ele afirmou. Para Lamy, o fracasso das negociações em Genebra é um golpe não apenas na OMC como instituição, mas no próprio sistema multilateral. |
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