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Atualizado às: 20 de dezembro, 2005 - 14h49 GMT (12h49 Brasília)
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Popularidade de Bush aumenta após eleição no Iraque
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush
Bush defendeu enfaticamente grampo de telefones sem autorização judicial
Uma pesquisa de opinião feita para rede de TV americana ABC News e para o jornal The Washington Post, divulgada nesta segunda-feira, indica que o índice de aprovação do presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, aumentou para 47%.

Em relação a um levantamento semelhante feito em novembro, quando a popularidade de Bush chegou ao nível mais baixo de seu período na Casa Branca, 39% dos ouvidos disseram que aprovavam o desempenho do presidente.

Por outro lado, cerca de 52% dos ouvidos disseram que desaprovam a forma como ele está conduzindo seu governo.

O alto comparecimento nas eleições no Iraque e a confiança crescente na estratégia de Bush para a segurança nacional e a economia teriam sido fatores decisivos para o aumento na popularidade, segundo a pesquisa.

Grampo

A enquete mostra que o índice de aprovação do Presidente em relação ao Iraque subiu para 46%. Na economia, seu índice subiu 11 pontos, chegando a 47%, de acordo com o Washington Post.

Em relação à luta contra o terrorismo, a aprovação dele subiu para 56%, comparada aos 48% registrados no mês passado.

Os resultados serão vistos na Casa Branca como resultado positivo de um esforço conjunto de relações públicas nas últimas semanas, durante a qual Bush fez pelo menos cinco discursos sobre o Iraque, segundo o correspondente da BBC em Washington, James Coomerasamy.

A mensagem positiva dele sobre as eleições no Iraque foi suplantada por revelações de que ele assinou uma ordem presidencial secreta depois dos atentados de 11 de setembro de 2001, permitindo que a Agência de Segurança Nacional grampeasse telefonemas internacionais e interceptasse e-mails de centenas de pessoas sem a autorização da Justiça.

Anteriormente, esse tipo de operação em solo americano era restrito a embaixadas.

Ato Patriota

Em uma entrevista coletiva na segunda-feira, Bush voltou a defender sua decisão de permitir o programa.

Ele enfatizou que somente telefonemas internacionais eram monitorados sem autorização judicial, aqueles originados nos Estados Unidos ou aqueles de fora para indivíduos que moram no país.

Bush também apelou ao Congresso para que aprove a prorrogação do Ato Patriota, a principal lei americana antiterrorismo, dizendo que ele dá as autoridades os mecanismos para proteger os americanos.

A legislação foi aprovada na Câmara dos Representantes, mas o Senado rejeitou uma tentativa de renovar a autorização de uma série de artigos da legislação.

O prazo de vigor da legislação termina no fim deste mês.

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