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Iraque é novo aliado contra o terror, diz Bush | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, afirmou que as eleições da última quinta-feira no Iraque fizeram do país um novo aliado de seu governo na chamada luta contra o terror. "Esta eleição, a quase 10 mil quilômetros daqui, em uma região importantíssima do mundo, significa que os Estados Unidos agora têm um aliado cada vez mais forte na luta contra o terror", disse Bush, em discurso em rede nacional de TV, na noite deste domingo. "A votação foi um marco para o início de uma democracia constitucional no coração do Oriente Médio." Ele afirmou ainda que aceita o fato de muitos americanos questionarem o custo e os rumos da guerra no Iraque, mas disse que tanto ele quanto os comandantes das Forças Armadas rejeitam a idéia de que os Estados Unidos saíram perdendo no conflito. Bush pediu para que os americanos sejam pacientes "nesta causa difícil, nobre e necessária" e que não se deixem influenciar por "derrotistas que se recusam a ver que tudo está certo". Tropas O presidente americano insistiu que a guerra no Iraque ajudou a impedir novos ataques nos Estados Unidos desde 11 de setembro de 2001. "Os terroristas do Iraque estão sentindo o cerco apertando e têm medo de um Iraque democrático", afirmou. Bush anunciou que as tropas americanas ainda vão permanecer no território iraquiano. "Eu sei que algumas das minhas decisões levaram a terríveis perdas", disse. "Mas retirar as forças neste momento devolveria o Iraque aos inimigos." Armas Bush voltou a reconhecer que não foram encontradas armas de destruição em massa no Iraque e que muitas das informações coletadas pelos serviços de inteligência americanos estavam erradas. Mas ele mencionou a existência de uma rede mundial de terrorismo, que "No Iraque, por exemplo, os terroristas estão tentando intimidar os americanos e seus aliados e forçá-los a se retirar", afirmou. Segundo Bush, os terroristas serão incentivados a continuar atacando se não forem combatidos no Iraque, no Afeganistão e em "outros países". |
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