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Polícia detém ativista José Bové em Hong Kong | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O ativista francês José Bové, famoso por seus protestos antiglobalização, foi detido por policiais no aeroporto de Hong Kong nesta segunda-feira. Para ser liberado, ele telefonou para o diretor-geral da OMC, Pascal Lamy, que entrou em contato com as autoridades chinesas. Segundo o porta-voz da OMC, Lamy explicou que o ativista tem a credencial para participar do evento. Bové ja foi preso diversas vezes por causa de suas manifestações. As mais famosas foram devidas a protestos que resultaram na destruição de uma loja do McDonalds e de plantações de alimentos transgênicos. Radicais Cerca de 10 mil manifestantes devem participar dos protestos contra a OMC ao longo desta semana – 5 mil locais e 5 mil estrangeiros. A polícia está atenta aos ativistas que vêm de outros países. Entre os mais radicais estão os sul-coreanos. Na reunião da OMC em Cancún, em 2003, um agricultor da Coréia do Sul se matou com uma facada em protesto às políticas rurais discutidas pelos países-membros da instituição. No mês passado, dois agricultores sul-coreanos se mataram ingerindo veneno. Eles eram contra a abertura no mercado de arroz no país. |
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