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Namorado que matou brasileira tem passado violento, diz 'Miami Herald' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O jornal americano Miami Herald destaca na sua edição desta terça-feira o caso da brasileira Janaína Reis, que foi morta pelo seu namorado, na Flórida. O jornal diz que o rapaz já havia sido indiciado duas vezes por violência doméstica em sua terra natal, Porto Rico. Juan Rafael Arrieta-Rolón foi preso duas vezes em 2003. Segundo registros da cidade de Caguas, divulgados pelo Herald o primeiro caso foi "resolvido", mas ele foi considerado culpado na segunda acusação. Miers Também nos Estados Unidos, a nomeação da advogada Harriet Miers pelo presidente George W. Bush para ocupar a vaga na Suprema Corte foi manchete nos principais jornais. Para o Washington Post, se Bush pretendia formar uma Suprema Corte mais conservadora, a nomeação de Miers mostra que ele pretende fazer isso o mais discretamente possível. Em editorial, o jornal afirma que a nomeação parece ter sido pensada, principalmente, para evitar uma briga no Senado, que ainda tem que aprovar Miers para o cargo. O New York Times faz uma análise semelhante, afirmando que, "ainda há muito que se descobrir sobre Harriet Miers, mas ao nomeá-la para a Suprema Corte, Bush revelou algo sobre ele mesmo: que ele não tem nenhum apetite, quando seu partido está mergulhado em problemas, para uma briga ideológica". Segundo o editorial, Bush tenta escapar de um confronto direto com a esquerda e, em efeito, pediu a sua base que confie nele. Casamento falido? Na Alemanha, o Der Tagesspiegel destaca as negociações para discutir a entrada da Turquia na União Européia, comparando a reunião de segunda-feira em Luxemburgo com uma festa de noivado mal-sucedida. Segundo o jornal, a UE parecia uma noiva que, na véspera da festa, decide "discutir a relação", para saber se os dois devem ser apenas bons amigos. Enquanto isso, o "noivo" (a Turquia), fica pensando se deve ir à festa ou não, depois dessa. Na Áustria, o Der Standard afirma que o país "pediu muito", mas "conseguiu pouco" nas negociações. Segundo o jornal, a insistência do governo austríaco em incluir nas negociações uma alternativa para a integração total da Turquia ao bloco acabou isolando a Áustria dentro da UE. Brasil x Argentina Na Argentina, o Clarín traz um editorial sobre as negociações com o Brasil para a definição da CAC, a chamada Cláusula de Adaptação Competitiva. Na prática, a cláusula prevê um mecanismo de proteção no caso de produtos brasileiros invadirem o mercado argentino, ou vice-versa. Segundo o jornal, Brasil e Argentina discordam porque a Argentina quer que a CAC ente em vigor automaticamente, se comprovado o dano provocado pelas importações, mas o Brasil insiste que a decisão seja tomada em uma instância superior. "Na verdade, parece ser hora de Kirchner e Lula se sentarem para falar a sério de políticas e estratégias. Caso contrário, pode acontecer o que ocorre hoje no Paraguai, que ameaça assinar um acordo comercial com os Estados Unidos por fora do Mercosul, e está tentado a deixar que os EUA instalem uma base militar no país", conclui o Clarín. Xuxa e Maradona Também na Argentina, o jornal La Nación destaca a entrevista da apresentadora Xuxa ao ex-jogador de futebol Maradona em seu programa A noite do Dez, em que os dois ficaram falando mal de seus ex-empresários. "O segmento mais atraente do programa foi a conversa a sós com a animadora brasileira, que voltou às telinhas argentinas depois de sua controversa ruptura com a amiga e empresária Marlene Mattos", diz o diário. Maradona comparou o ex-empresário dele, Guillermo Coppola, a Marlene, afirmando que "os dois são parentes", ao que Xuxa respondeu "bem-vindo ao meu mundo". O programa terminou com Maradona e Xuxa dançando ao som de Ilariê. |
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