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Morte de Jean foi execução sumária, diz Amorim ao 'Guardian' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O jornal britânico The Guardian publicou nesta nesta sexta-feira um artigo baseado em uma entrevista com o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, na qual ele chamou de “execução sumária” a ação da polícia de Londres em que morreu o brasileiro Jean Charles de Menezes, no dia 22 de julho. Segundo o jornal, Amorim disse que "a morte de Jean Charles foi um erro trágico" e alertou para o perigo de surgimento de medo entre a população britânica com o uso da política de "atirar para matar" da polícia da Grã-Bretanha. “Temos a obrigação, por questões de direitos humanos, de garantir a proteção de inocentes. Caso contrário, estaríamos ajudando os terroristas a espalhar o medo”, disse o ministro. Celso Amorim disse que o Brasil exige uma investigação completa do caso e terminou dizendo que uma ONU renovada, com mais voz aos países em desenvolvimento, será capaz de lidar melhor com questões relacionadas aos direitos humanos em todo o mundo. Segundo o Itamaraty, o ministro concedeu a entrevista, transformada em artigo pelo jornal, há mais de um mês. Petroamérica O diário El Universal, da Venezuela, deu destaque aos acordos assinados na quinta-feira na abertura da reunião de Cúpula da Comunidade Sul-Americana de Nações, em Brasília. A ocasião “marcou o início da Petroamérica”. Brasil e Venezuela fecharam acordos que prevêem investimentos conjuntos de mais de US$ 4,7 bilhões na área de petróleo. “A Venezuela quer aprofundar a integração das empresas da América Latina”, diz o jornal. Mas, segundo a publicação, o “calcanhar de Aquiles da Petroamérica seria a Petroandina, que reúne alguns países auto-suficientes em petróleo (da região andina) e que por isso poderiam não ter interesse nesta integração”. Mortes na fronteira Os jornais espanhóis culparam as autoridades do país pela morte de cinco imigrantes que tentavam atravessar a cerca da fronteira entre o Marrocos e o enclave espanhol de Ceuta, no norte da África. “O incidente marca de forma trágica o clímax da crise na fronteira entre Espanha e Marrocos”, publicou El País. Segundo o jornal, “os soldados que serão enviados à área devem seguir protocolos de intervenção rígidos para evitar violência”. Já o diário ABC acusa o governo espanhol de manter uma “política de imigração irresponsável”. O La Vanguardia disse que as autoridades federais deveriam ter reforçado a segurança em Ceuta anteriormente. E afirma que o acontecido mostra que a imigração ilegal ainda é um problema para a Espanha. |
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