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Família de Jean Charles pode esperar 2 anos pela verdade, diz 'Daily Mail' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O jornal britânico Daily Mail afirma nesta quarta-feira que a família de Jean Charles de Menezes pode ter de esperar dois anos para saber a verdade a respeito da morte dele em Londres. O diário observa que, ainda que o inquérito independente sobre o caso possa terminar até o Natal, o relatório vai ser encaminhado à procuradoria-geral do governo britânico, que vai decidir se serão feitas acusações criminais. Se algum dos policiais envolvidos no caso for acusado formalmente, afirma o jornal, a publicação do dossiê deve ser adiada para pelo menos até 2007. O Daily Mail também afirma que a chegada a Londres da comitiva do governo federal para acompanhar as investigações colocou em destaque o “aterrador” histórico da polícia brasileira no que diz respeito a mortes a tiros. Chávez e o tele-evangelista O jornal americano Los Angeles Times afirma que a proposta do tele-evangelista americano Pat Robertson de assassinar o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, foi “condenada por líderes religiosos” e despertou “revolta internacional”. O jornal afirma em editorial que não é provável que a sugestão seja levada a sério por muita gente nos Estados Unidos, mas observa que o comentário pode funcionar como a “justificativa que o presidente venezuelano estava esperando”. “Um paranóico nunca fica mais feliz do que quando descobre que realmente tem inimigos”, diz o editorial. Já o Washington Post afirma que a idéia, se levada em frente, dificilmente traria os resultados esperados por Robertson, como mostra a “longa, colorida e ainda polêmica” história das tentativas de assassinato de líderes estrangeiros pelo governo americano. O jornal lista exemplos: o envio de um frasco de veneno para tentar matar o primeiro-ministro do Congo, Patrice Lumumba, em 1960; o armamento de esquadrões da morte que buscavam eliminar o presidente da República Dominicana, Rafael Trujillo, na década de 1950; e várias tentativas frustradas de tirar de cena o presidente de Cuba, Fidel Castro. Na própria Venezuela, o El Universal observa que Chávez fez pouco caso às declarações de Robertson. Segundo o diário de Caracas, o presidente venezuelano preferiu propor a venda direta de petróleo aos pobres americanos, dizendo que lhe preocupam muito que “os níveis de pobreza tenham aumentado também nos Estados Unidos”. México: ainda uma nação? Ainda nos Estados Unidos, o The Christian Science Monitor pergunta: “Será que o México ainda é uma nação?”. O jornal levanta a questão em editorial sobre uma pesquisa que mostrou que mais de 40% dos mexicanos gostariam de ir embora de seu país para viver nos Estados Unidos. “Estes números revelam um povo que está tão farto com a política que não funciona e a economia estagnada que seu nacionalismo está definhando”, diz o editorial. O jornal cobra que o governo americano se engaje mais a ajudar o México a resolver seus problemas, até para que não seja agravado o problema da imigração ilegal de mexicanos no país. Ídolo iraquiano O diário londrino The Daily Telegraph diz que um programa de TV está cosneguindo fazer o que “políticos e um novo esboço de Constituição não conseguiram”: unir os iraquianos. O jornal fala do sucesso do programa Astro do Iraque, cuja idéia é descobrir uma nova estrela pop do país. “Dois mil aspirantes à fama se arriscaram nas perigosas estradas do país para realizar uma audição”, diz o Daily Telegraph, segundo o qual metade dos telespectadores se grudam na frente da TV a cada edição do programa. “Mas temores com a segurança significam que o programa não tem público no estúdio e a final será realizada no Líbano para evitar que seja alvo de ataques a bombas.” |
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